quinta-feira, 8 de abril de 2021

PARA ANIMAR


Deu no G1 - Sul de Minas

O boletim divulgado nesta quinta-feira (8) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) aponta que Itajubá chegou a 301 mortes pela Covid-19. É o primeiro município do Sul de Minas a ultrapassar essa marca de óbitos pela doença. No entanto, a boa notícia é que as internações vêm caindo nos hospitais da cidade.

Conforme o último boletim divulgado pela prefeitura, a ocupação de leitos de UTI atualmente é de 97%, enquanto a de leitos de enfermaria é de 90%. Até a tarde de quarta-feira (7) existiam dois leitos de UTI e outros oito leitos de enfermaria vagos na cidade.

Segundo o coordenador da UTI do Hospital de Clínicas de Itajubá, Gabriel Romeiro, o impacto das medidas impostas pela onda roxa, que completaram três semanas na região, já começa a ser sentido no hospital.

Disse o médico:

"Não tem dúvidas mais que essas medidas de isolamento social, essas medidas restritivas, elas são eficazes. A gente está sentindo isso agora na nossa realidade, colhendo os frutos dessas medidas mais rígidas que vieram com a onda roxa, pelo governo do Estado. Há três semanas atrás, a gente tinha aproximadamente pouco mais de 120 doentes na unidade, hoje a gente está por volta de 70 e poucos doentes. Então a gente sente mesmo a eficácia das medidas e que elas vieram na hora certa. Os pacientes estão chegando em menor número agora, então a gente consegue ver que essas medidas restritivas têm um impacto na transmissibilidade do vírus, então são menos pessoas doentes, chegando, dá tempo desses pacientes virem, sem tratados, terem alta e não sobrecarregar tanto o sistema, então isso ajuda a equipe, ajuda toda nossa infraestrutura, porque dá tempo de tratar todo mundo". 

Viver é Perigoso



E A SITUAÇÃO LOCAL


Declarou hoje (8) em Belo Horizonte o Governador Zema:

“Hoje, a falta de sedativos é a nossa grande preocupação. As unidades hospitalares que trabalhavam com estoque de 60 dias ou mais, hoje, devido à pandemia, têm para um, dois ou três dias, o que é muito preocupante. Estamos correndo risco de pacientes intubados acordarem porque faltaram sedativos, e isso não pode ocorrer de forma alguma”

E a situação em Itajubá : Não seria o caso das autoridades informarem, mesmo sem ser numa "empolgante" live, apenas numa Nota Oficial, a situação dos estoques, tranquilizando os moradores.

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JORNALISTA

 


7 DE ABRIL - DIA DO JORNALISTA

Aprendi a ler nos jornais e tinha apenas cinco anos de idade. O meu pai foi assinante a vida toda. Os jornais eram entregues com, pelo menos um dia de atraso, exceto se o assinante tivesse uma caixa postal no Correio e fosse retirar o exemplar. Nunca deixei a leitura diária. Aconteceram algumas brigas. Gostava do "O Jornal", passei pelo "Diário de Notícias", "Correio d Manhã", "A Folha de São Paulo", "O Estado de São Paulo", "Jornal da Tarde", "A Crítica-Manaus" e o campeão deles, durante muito tempo, "Jornal do Brasil  ".

Um risco absoluto citar grandes jornalistas que marcaram nossa vida.

Logicamente, temos que citar Joseph Pulitzer, que em 1893 comprou o New York World e ajudou a definir os padrões do jornalismo.

Um dos mais admirados por todos é o americano Gay Talese (foto). Criador do jornalismo literário, que incorpora ao jornalismo elementos da literatura. Magistral a reportagem "O dia que Frank Sinatra ficou resfriado" . Tenho todos o livros escritos pelo Talese, assim como todos escritos pelo brasileiro Ruy Castro.

O meu colunista preferido, com encontros diários pelo JB, foi Zózimo Barroso do Amaral. Sensacional.

Como não guardar lembranças do trabalho dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, no Washington Post sobre Watergate, que culminou com o afastamento do presidente Nixon.

E "Os dez dias que abalaram o mundo" do americano John Reed, acompanhando a Revolução Russa de 1917 ?

Jornalista e dono de jornal, o destaque é o Samuel Wainer, da "Última Hora". Viveu a vida com uma intensidade impar.

José Cândido de Carvalho, Antonio Maria, Sérgio Porto, Nelson Rodrigues, Castelo Branco, Gaspari, Joel Silveira, Paulo Francis, Millôr e segue uma extraordinária seleção.

Li e estudo livros sobre a família Mesquita (Estadão), sobre os Frias (Folha), Marinho ( Globo), Chateaubriand (Associados).

Jornalismo sempre foi a minha paixão. 

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ENQUANTO ISSO ...

“Falam mal de tudo o que eu faço. A única coisa que a imprensa ainda não disse de mim é que sou boiola.” - 7/4/21

Capitão Jair

                                                                     Solda

Viver é Perigoso  

TÁ TUDO DOMINADO !

 

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