segunda-feira, 31 de maio de 2021

CEM ANOS



31 de maio de 1921. Aconteceu há 100 anos na cidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma.

A Tulsa do início da década de 1920 era uma cidade moderna de mais de 100 mil habitantes. A partir de 1905, a área começou a atrair comerciantes e empreendedores negros, dando início ao que ficaria conhecido como a "Wall Street Negra", uma das mais bem-sucedidas comunidades negras em um país que somente poucas décadas antes havia abolido a escravidão. 

A maioria dos 10 mil residentes negros da cidade vivia em Greenwood. "Um bairro vibrante que abrigava dois jornais, várias igrejas, uma biblioteca e vários estabelecimentos comerciais que pertenciam a proprietários negros. Os 40 quarteirões que formavam a chamada "Wall Street Negra" eram pontuados por hotéis, restaurantes, joalherias e cerca de 200 estabelecimentos comerciais de pequeno porte, como farmácias, armarinhos, lavanderias, barbearias e salões de beleza. Havia até um cinema. 

As casas elegantes de Greenwood eram endereço de muitos médicos, dentistas, advogados e outros profissionais negros de renome. Era extraordinária a prosperidade que existia na comunidade negra de Tulsa na época", afirmou Brown.

Historiadores ressaltam que, nessa época, em todo o país, havia ressentimento por parte de muitos brancos com o fato de alguns negros serem bem-sucedidos. Os anos anteriores já haviam registrado dezenas de conflitos raciais em diversas cidades americanas, com centenas de negros mortos.

O episódio que provocou o massacre em Greenwood ocorreu em 30 de maio de 1921.

Naquela tarde, um engraxate negro chamado Dick Rowland, de 19 anos, pegou o elevador no Drexel Building, prédio onde ficava o único banheiro que os negros tinham permissão para usar no centro da cidade. A ascensorista, uma jovem branca chamada Sarah Page, deu um grito. Não se sabe o que causou a reação da moça, mas "a explicação mais comum é que Rowland pisou no pé de Page ao entrar no elevador, fazendo com que ela gritasse". Rowland foi detido. 

Uma multidão de brancos se dirigiu à cadeia, mas o xerife se recusou a entregar o prisioneiro. Ao ficarem sabendo disso, dezenas de homens negros de Greenwood também se dirigiram até a cadeia, para ajudar a proteger Rowland. A ajuda foi recusada pelo xerife. 

O  tumulto começou. Um dos piores capítulos na longa história de violência racial nos Estados Unidos.

Uma multidão de brancos invadiu e destruiu o distrito de Greenwood. Segundo testemunhas, os invasores atearam fogo às casas e lojas. Objetos de valor foram roubados, e o resto destruído. A violência se estendeu por 18 horas, durante as quais mais de mil casas e estabelecimentos comerciais foram saqueados e incendiados. 

Alguns historiadores calculam que até 300 pessoas tenham sido mortas. Cerca de 10 mil ficaram desabrigadas. 

Quando o reforço da guarda nacional chegou a Tulsa, às 9:15 da manhã, a maior parte de Greenwood já havia sido destruída", 

Os moradores de Greenwood declararam prejuízo de US$ 1,8 milhão de dólares na época, mas as seguradoras se recusaram a pagar. 

Sarah Page, a ascensorista, retirou a acusação contra Dick Rowland, e ele não foi indiciado. Mas, mesmo Mas, mesmo assim, as autoridades decidiram que os negros eram os culpados pela violência, classificada como um motim racial. Nenhum dos invasores brancos jamais foi responsabilizado.

Em 1997, uma comissão estadual formada para investigar o episódio recomendou o pagamento de reparações aos sobreviventes.  Agora, completando 100 anos, o massacre está sendo investigado novamente. No ano passado, o prefeito de Tulsa, o republicano G.T. Bynum, anunciou a reabertura do que chamou de uma "investigação de homicídio". A investigação deve ser concluída até janeiro.

BBC

Viver é Perigoso

CALENDAS GREGAS ?



A tentativa de prorrogar o mandato de Robson Andrade na presidência da CNI - Confederação Nacional da Indústria começa a virar confusão, e a resistência parte de sua terra natal, Minas Gerais.

Flávio Roscoe, presidente da Fiemg, divulgou um vídeo para as lideranças das entidades criticando o prolongamento do mandato de Andrade.

Todos sabem das fortes ligações empresariais do Sr. Robson Andrade com Itajubá e claro, com as entidades empresariais.

Robson Andrade presidiu a Fiemg por dois mandatos consecutivos, de 2002 a 2010. Na CNI, foi eleito em 2010 e reeleito em 2014 e 2018. Deve tentar a repetição em 2022.

Flávio Roscoe critica a intenção de Andrade de se perpetuar no poder e diz que também pode- se candidatar, abrindo mão da sua candidatura caso outro nome se apresente para dar a alternância de poder na instituição.

E nós com isso ? lembram-se do Projeto do Laboratório de Extra-Alta Tensão de Itajubá com Investimento do Senai/Fiemg ? Pois é...

Pois é...

Viver é Perigoso

ALÔ DOÇURA !


Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini, simplesmente Eva Wilma. Moça Bonita que tomou o barco no último dia 15.

Eva estreou no mundo, em São Paulo em dezembro de 1933. Filha do alemão Otto e da judia Luiza. O Buckup veio do primeiro marido, John Herbert, com quem teve os filhos Vivien e John Herbert. O Zarattini veio do segundo marido Carlos Zara. 

Eva Wilma Iniciou sua carreia como bailarina clássica aos catorze anos. Aprendendo patinação no gelo, foi contratada para participar do Holliday On Ice, um dos maiores espetáculos de patinação no gelo do mundo. Seus país não deixaram.

Em 1969, em visita aos estúdios da Universal Pictures, nos EUA, foi fotografada por um agente que buscava uma atriz latino-americana para o filme "Topázio", do Alfred Hitchcock . Já de volta ao Brasil recebeu um convite para um teste em Hollywood. E lá foi ela. 

Foi testada por Hitchcock, que segundo a história, notou na atriz um dentinho fora de lugar, dizendo: "vamos ter que corrigir isso".

Eva Wilma voltou para o Brasil. Quem ficou com o papel foi a atriz alemã Karin Dor.

Viver é Perigoso

AGORA VAI !



A Conmebol agradece ao Presidente Jair Bolsonaro e sua equipe, bem como a Confederação Brasileira de Futebol, por abrir as portas daquele país ao que é hoje o evento esportivo mais seguro do mundo. A América do Sul vai brilhar no Brasil com todas as suas estrelas!”

Viver é Perigoso

ENQUANTO ISSO NO PARANÁ




De 638 colégios estaduais com aulas presenciais, nove têm aulas suspensas devido a casos de Covid-19

Em cumprimento às resoluções e orientações das autoridades sanitárias e para manter os colégios como ambientes controlados e seguros, a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte vem fazendo um monitoramento dos casos de Covid-19 nas escolas. 

Nesta sexta-feira (28), há nove escolas fechadas e 135 turmas com aulas presenciais suspensas devido a casos de Covid-19. São 102 casos de alunos que testaram positivos, 112 professores e 76 funcionários. Outras 629 escolas seguem abertas, seguindo o protocolo de biossegurança.

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