sábado, 6 de outubro de 2018

CARTA QUE ESCREVI

Itajubá, 06 de outubro de 2018

Caro Dr. Ricardo,

Talvez você não se lembre, mas aconteceu.

Numa dessas tardes que só acontecem na Boa Vista, é claro, a Sonia e eu tivemos a alegria de recebe-lo em casa. No seu estilo, sem avisar nem nada.Outras vezes que avisou antes, uma ajuda a alguém o impediu. 

Bateu palmas no portão (a campainha não funciona há séculos). 

Um café simples e uma conversa sobre a vida nada simples, interrompida por uma senhora, acompanhada do filho, aflita e passando por dores atrozes. Ela havia recebido informação de que o Dr. Ricardo estaria na casa do Zezinho Riera, na Boa Vista.

Falou sobre o seu sofrimento. Você (permita-me deixar o Senhor um pouco de lado) afastou-se e em diversos telefonemas conseguiu com um colega um atendimento de emergência na Santa Casa ou no Hospital.

Terminando o café, apressadamente, despediu-se e foi acompanhar o atendimento.

Dr. Ricardo, conheço-o, mesmo de longe, desde os meados dos anos 80, quando voltamos a residir em Itajubá. Aprendi a admirá-lo pela sua dedicação e envolvimento com a saúde pública. 

Sou testemunha de sua intervenção em inúmeros casos que vieram minimizar sofrimentos.

No meu modo de ver, o Senhor preenche, com todas as condições do mundo, a principal característica que se exige do homem público: Visão social apurada.

As demais exigências, também importantes, como a coragem, determinação, honestidade e um coração sem tamanho, lhe são natas.

Gravei o 2777 - Doutor Ricardo - Deputado Federal.

Estivemos, estamos e estaremos juntos.

Um abraço,

Edson Riera

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