sexta-feira, 14 de setembro de 2018

SENTIREMOS SAUDADE


Dólar e gasolina caminhando quase de mãos dadas. Cenário preocupante. Os analistas no poder, certamente, comentarão: Aí de novo os pessimistas.

Em Minas, tudo indica que dará Anastasia. Irá pegar uma pedreira pela frente. Os salários dos funcionários seguirão sendo parcelados e nem pensar em mexer para baixo nos impostos estaduais. Pelo contrário. Se por desses mistérios da natureza o Pimentel conseguir ser reeleito, deverá seguir firme atirando terra na cova. 

Deputados e senadores, com raras exceções, continuarão os mesmíssimos. 

No governo federal a coisa estará negra. Deu no editorial do Estadão:

" Desde o governo da Dilma Rousseff o setor público tem sido incapaz de pagar os juros da dívida oficial. Os compromissos têm sido rolados, ano a ano, e assim tem aumentado o endividamento. Pelo critério do governo brasileiro, a dívida do governo geral está perto de 80% do PIB. Pelo critério do FMI, já passou de 80% e se aproxima de 90%, enquanto a média observada nos países emergentes continua perto dos 50%. Pelas projeções correntes, a capacidade de pagar pelo menos parte dos juros vencidos poderá ser recuperada em 2022 ou 2023, se houver um sério esforço na execução das reformas, a começar pela da Previdência."

Quem for eleito deverá no primeiro momento aplicar uma dose cavalar de remédio forte, quando as "panelas" no Congresso ainda estarão se formando. Preste atenção menos do que dizem os candidatos e mais no que comentam os seus assessores econômicos. Milagres no setor não existem.

Sinceramente ? Não terão outra saída.

Não dá para não achar ridículas as promessas mirabolantes dos candidatos ao Executivo. As únicas possíveis são as reformas, redução de custos e dificultar a ação dos corruptos. 

Para culminar com o realismo fantástico: Atente bem nos candidatos a Vice. Muitos dos titulares ficarão pelo caminho.

É a vida...

Viver é Perigoso      

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