quinta-feira, 4 de agosto de 2016

UM DIA SAI !


Deu no Itajubá Notícias:

Desde terça-feira (02) as obras do Aeroporto de Itajubá, executadas pela Construtora Aterpa, estão paralisadas. A previsão inicial era de que o aeroporto ficasse pronto em 2015, essa data foi alterada para final de 2016, início de 2017.
A construção começou em 2011 e desde então já foi paralisada outras duas vezes, uma no final de 2013, devido irregularidades no projeto de estudos ambientais, e outra em 2014 por falta de recursos financeiros.

Blog: Quando a obra anda é graças ao esforço do Executivo Municipal. Quando a obra é paralisada é por culpa do governo estadual.
Premeditando o breque, desta vez será, exclusivamente, por culpa do Deputado Ulysses Gomes.

É a vida...

Viver é Perigoso


9 comentários:

M. Feitor disse...

Zelador,
o jornal está enganado. A obra está "paralisada" desde o início do ano, devido a "acomodação geotécnica". A próxima etapa deve ser começada só no ano que vem.
Notícia do Governo do Estado de junho: http://www.transportes.mg.gov.br/component/gmg/action/85-aeroporto-de-itajuba

Edson Riera disse...

M.Feitor,

Outro dia fui almoçar do Restaurante Tererê, aliás, muito bom. De lá presenciei movimentação de caminhões e máquinas e comentei com a Sonia: Agora vai.
A construção do aeroporto, que coincidiu com o projeto de expansão da Helibrás (atender a um pedido de 50 helicópteros de grande porte para o governo), foi enquadrado no programa federal Dilma) para reformas e construções de aeroportos. O financiamento é via Banco do Brasil para o governo de Minas. Um pouco antes das eleições (Pimentel foi eleito), o governo federal petista segurou a liberação de recursos para que o candidato do Anastasia (Pimenta da Veiga) não fizesse festas. Deu ação judicial.
Com o Pimentel eleito, os recursos voltaram a ser liberados.
A empreiteira trabalha a conta gotas. Liberam grana, avança. Seguram a grana param. Perdão, mas a tal "acomodação geotécnica", para mim, equivale a "caixa e momento político". Um dos ítens críticos do projeto é a retirada e o deslocamento da Linha de Transmissão que atravessa a pista. É coisa cara de fazer e complicada (estimo uns 10 milhões). Outro item, seria a retirada do topo do morro que fica na margem oposta do Rio Sapucai. Muita movimentação de terra e problemas ambientais. Fundamental para a segurança da aproximação de aeronaves. Como disse, um dia sai.
Abraço,
Zelador

Anônimo disse...

Zelador, acho que há um engano. Nesse projeto não tem mais remoção de morro. o único obstáculo é a linha da cemig

Edson Riera disse...

Anônimo das 12:21 horas,

Não consta. Mas deverá ser providenciado mais cedo ou mais tarde. Na época dos estudos, com o pessoal da Aeronáutica, em voos de helicóptero simulando aproximação, foi exigida essa providência.
Aliás, segundo as normas, até uma das torres (caixa dágua) da Mahle, deveria ser deslocada.

Mas estamos no Brasil...

Zelador

Anônimo disse...

Acho que os maiores obstáculos são os políticos !! Linha da Cemig não é nada !!

Anônimo disse...

A existência do aeródromo só se justifica pela necessidade de uso pela Helibrás mas pelo andar da carruagem e das noticias do mercado aeronáutico sei não !

Edson Riera disse...

Anônimo das 18:41 horas,

Está difícil para todo mundo.

Zelador

Anônimo disse...

Foi modificada a orientação da pista para fugir dos obstáculos. Morro e caixas Mhale. Os problemas que tem são a linha elétrica e os urubus do matadouro.

Edson Riera disse...

Anônimo das 08:48 horas,

Na época, e lembro-me razoavelmente, foi dito que os pousos e decolagens teriam que ser feitos contra o vento. Como o vento muda ?

Irei consultar os universitários.

Zelador