quinta-feira, 8 de março de 2018

A VOLTA DO CABÔCO MAMADÔ

Nos tempos da ditadura militar, o Henfil no jornal "O Pasquim", criou o Cabôco Mamadô.

Era uma entidade que, antes de os zumbis se tornarem fashion, já mamava o cérebro dos que (do seu ponto de vista) colaboravam com as autoridades – e por isso eram transformados em mortos-vivos.

No cemitério do Cabôco Mamadô viveram-morreram Elis Regina, Tarcisio Meira, Pelé,  Roberto Carlos, Carlos Drummond, Marília Pêra, Clarice Lispector...

Recentemente saiu a listagem das vítimas do Cabôco Mamadô,  vendidos ao lulopetismo, aqueles a quem as pessoas de bem devem boicotar :

Chico Buarque, Veríssimo, Jô Soares, Caetano Veloso, Camila Pitanga, Letícia Sabatella, Gregório Duvivier, Aldir Blanc, Augusto de Campos, Ziraldo, Wagner Moura e outros menos votados.

Dizem as más línguas que já há alguns anos um Cabôco Mamadô está estacionado por estas bandas e vem fazendo vítimas na terrinha.

Muita gente conhecida foi atingida e teve o cérebro mamado. De uma forma geral, estão no cemitério dos mortos-vivos, empresários, vereadores, professores, secretários e assessores de um modo geral. 

Enfim, cidadãos que de um tempo para cá mudaram completamente o jeito de ser.  Caminham trôpegos e repetindo coisas sem nexo, enxergando beleza e maldade onde não existem. 

O cemitério dos mortos-vivos está quase lotado.

Viver é Perigoso 

2 comentários:

Anônimo disse...

Tristeza maior é ver pessoas que 'tinham' boa índole, que poderiam praticar ações positivas para toda uma comunidade, estão, pelo cérebro mamado, tornando-se piores que o criador.
São criaturas que acreditam, acreditam... até que a mudança dos privilégios aconteça.

Edson Riera disse...

Privilégios -

É a vida...

Zelador