sexta-feira, 10 de março de 2017

ÊPA !


O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade – Instituto de Longevidade Mongeral Aegon/FGV é resultado da parceria entre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Com este Índice, são reveladas as atuais condições de 498 cidades brasileiras, tendo em vista sua capacidade de atender às necessidades básicas de vida, destacadamente dos adultos mais idosos.
Com base nesse perfil optamos por considerar 498 cidades brasileiras organizadas em dois grupos: 
As Grandes, representadas pelas 150 cidades de maior população.
As pequenas, representadas pelas cidades com menos de 100.000, e pelo menos 50.000 habitantes, o que permitiu identificar 348 cidades.

Sobre Itajubá, 36ª posição no ranking das pequenas cidades.
Nos índices gerais:
Agressão a vida - Posição 107
Distribuição de renda - 115
Expectativa de vida ao nascer - 6
Taxa de desemprego - 244 

A capital mineira do canto coral é reconhecida também pela tradição do culto ao folclore do Saci-Pererê, principalmente na zona rural, onde vivem parte dos seus 90.658 habitantes. Banana, café, milho e pecuária movimentam a economia, também impulsionada pelo ecoturismo, que atrai adeptos da escalada esportiva e das paisagens formadas pelo rio que serpenteia pela cidade de 95.491 habitantes, nascida em 1819 da corrida em busca das pedras preciosas do sul do Estado.

A cidade é exemplo em:
A cidade encontra-se entre as 20 de melhor desempenho em matéria de Bem-estar, já que detém elevada quantidade de estabelecimentos dedicados ao condicionamento físico, e a sua população de idosos está entre as 30 cidades de maior acesso a serviços de planos privados de saúde. Habitação apresenta-se carente de atenção, especialmente pela situação do acesso aos serviços de esgoto e pela reduzida disponibilidade de condomínios residenciais para idosos, assim como instituições de longa permanência para idosos.

A cidade precisa melhorar em:
O alcoolismo, a violência sob diversas formas, e a incidência de mortes causadas por cirrose hepática sugerem a necessidade de políticas específicas com o fim de melhorar o nível de Bem-estar da população, colaborando para a qualidade de vida na cidade.

Blog: Sei não, dados e informações estranhas. Capital mineira do Canto Coral ? Culto ao folclore do Saci ? Economia movimentada pela banana, milho, café e pecuária ? Ecoturismo ? Alcoolismo e incidência de mortes causadas por cirrose hepática ?
Onde está passando esse filme ?
A Prefeitura de Itajubá gostou da pesquisa. Está lá no site. Estão catando notícias aparentemente boas em qualquer canto.
Sei lá...

Viver é Perigoso

2 comentários:

Francisco Dalmo disse...

Edson, já que estamos falando de pesquisas...

Seria interessante eles divulgarem essa aqui também:

http://combateacorrupcao.mpf.mp.br/ranking/mapa-da-transparencia/arquivos-pdf/ranking-da-transparencia-2a-avaliacao-mg.pdf

Estamos na posição 624 entre os 853 municípios de MG. E ainda pioramos da primeira (2015) para a segunda avaliação (2016).

Ou seja, nada transparentes...

Lamentável e lascados.

Francisco Dalmo

Edson Riera disse...

Francisco Dalmo,

Vamos ver agora. Não tenho conseguido sequer abrir aquele estudo feito pelo pessoal da Unifei sobre o município. O endereço tem dado erro. Gostaria muito de analisar.

Grato,

Edson