domingo, 9 de outubro de 2016

AEROPORTO

Na EPTV, Prefeito reeleito Rodrigo Riera, se defendeu das acusações de fraude em licitações na obra de construção do aeroporto de Itajubá.

"Investigação em uma obra do estado, em uma obra tão necessária para trazer o desenvolvimento para Itajubá, um sonho antigo, que é o aeroporto. Só um detalhe: não me deram o direito de defesa. Há três dias das eleições, vem uma pessoa para fazer um fato que não existe. Eles deveriam ter perguntado isso para o Estado de Minas Gerais. E, olha, o que eles fizeram aqui foram coisas que nem na ditadura fizeram. Não existe nada disso. Estamos prontos para responder qualquer coisa. Me sinto muito tranquilo e preparado para isso, mas nada disso vai ofuscar a nossa administração. Estamos firmes, presentes, vamos responder e tocar a cidade no rumo certo".

EPTV Sul de Minas

Blog: Interessante é que o Prefeito reconheceu que se trata de uma obra do Estado. Já é um bom começo. 
Depois, entendo que não apareceu do nada uma pessoa em Itajubá. Foi uma operação da Polícia Civil em cima de diversas denúncias, a maioria delas, já mencionadas por 2/3 da imprensa local. Imagino, que no tempo certo, caso seja constatado algum procedimento indevido, todos os citados serão ouvidos.
Sobre o aeroporto, pelo que leio, a questão da venda de um terreno de propriedade do Estado para um grupo de empresários seria considerada uma transação comercial normal.
A própria cidade não anda vendendo terrenos ?
Não comum, foi a venda pelo Estado de uma área, com parte, definida para a construção do aeroporto, com projeto aprovado e licitação já feita anteriormente pelo próprio Estado, inclusive com publicação do nome da construtora vencedora (a mesma que toca a obra hoje). 
Para surpresa de muitos, a área foi vendida, e menos mal, para um grupo de empresários da cidade.
Em pouco tempo o interesse do Estado pela construção do Aeroporto reavivou-se e a parte da área prevista ,desde há muito, para foi recomprada, logicamente, por valores outros.
Teria se equivocado o Estado (governo anterior) em se desfazer da área com projeto de sua ocupação aprovado. 
O grupo empresarial local agiu de acordo com os seus interesses e teriam errado, caso tivessem utilizado de informações privilegiadas.
Realmente, no caso específico do aeroporto, a investigação da Polícia devia se concentrar no Estado. Por que, quem e quais as justificativas para se desfazer de área comprometida com um importante projeto. 

Viver é Perigoso 
        

2 comentários:

Anônimo disse...

Se defendeu?Ele foi acusado?

Edson Riera disse...

Anônimo das 15:37 horas,

Assim foi publicado no site da EPTV.

Zelador