sábado, 24 de abril de 2021

CONVERSAS DE QUARENTENA


Depois do futebol, política é a atividade mais discutida no Brasil. No futebol, demoraram, mas concluíram que o melhor caminho para o sucesso é contratar um técnico estrangeiro. 
Hoje, dominam o mercado.
Desde o vencedor Jorge Jesus, passaram e andam por aqui, Hernan Crespo, Ariel Holan, Miguel Ramirez, Sampaoli, Bauza, Rueda, Osório, Ramon Diaz, Abel Ferreira, Coudet, Ricardo Sá Pinto e outros. 
Voltando à política, uma vez que existe um grande vazio de nomes sérios e de qualidade, muito pelo contrário, com a presença maciça de cabeças de bagre, "come e dorme", etc .
Não seria o caso de pensarmos em nomes estrangeiros para ocupar a presidência da República ?
Chegariam aqui sem rabos presos, sem compromisso com pastores donos de igrejas, sem ligação com corruptos recentes, sem contato com o centrão, sem conhecer generais.
Claro, poderiam trazer alguns assessores de grande capacidade.
Quanto será que custaria um contrato com a Merkel, com um Obama, já em final de carreira ?
Talvez o melhor nome, atualmente no planeta, seria  a Jacinta Ardern, da Nova Zelândia, que anda fazendo por lá um excepcional trabalho.
Quem sabe se a questão "desafio" não estimula alguém a vir dar um jeito nas coisas.

Viver é Perigoso

2 comentários:

Anônimo disse...

A coisa é simples meu camarada, um cabo e dois soldados, muro alto em volta de Brasília, deixar o trabalhador trabalhar, bandido na cadeia e fé em Deus.....kkkkkkk daria certo viu? Kkkkkklklkk

Anônimo disse...

Futebolistas competentes no mundo todo tem. Agora competentes estrangeiros para comando BR com nosso sistema político, dá não. Dá uma pensadinha: só um desses chegando aqui para governar hoje e se deparar com um orçamento que corta bilhões de despesas da saúde na pandemia, da educação, da ciência e tecnologia, da infra estrutura, do meio ambiente e dá esses mesmos bilhões para emendas parlamentares destinadas aos curralzinhos eleitorais de deputados e senadores espalhados por aí? Olha aí temos um ministro da área todo poderoso e um presidente machão que gosta de chamar os adversários para briga. Tem jeito não, fracasso, fracasso fracasso em todas as iniciativas de conserto um dia.
Ass. Mercadológico