sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

SALVE MANAUS


Em 1978, fui na frente e aluguei um apartamento mobiliado. Voltei para buscar a família. Moramos e trabalhamos em Manaus por cinco anos. Lá nasceu o filho mais novo, Pedro.

Grandes amigos. Jorge Daou, Chico Preto, Jalser, Fernando Bonfim, Pastor Caio Fábio (pai), Paulo Leão, Marinho, Toinho, a família do Colégio Christo Rei, Armando Cordeiro, o pessoal da Suframa, Ruy Lins, Flávia Grosso, Manoel Rodrigues. O pessoal da indústria, Paulo Pereira Lopes, José Milton Bandeira, Daniel Feder, Afonso Hennel, Marcílio Junqueira, companheiros de pescarias. Camaradas políticos, entre eles, o conversador inigualável, Gilberto Mestrinho. Pessoal do Rio Negro.

Encontro das Águas. Teatro Amazonas. Hotel Tropical. Canto da Peixada, Ponte da Bolívia. Ponta Negra.

Marcio de Souza, Thiago Melo, Mário Palmério. Tv Amazonas, A Crítica

Vida intensa dos 30 aos 35 anos. Descobertas e dureza. muita dureza.

Povo bom, povo sofrido, povo acostumado com a grandiosidade da natureza.

Outro planeta. Olhado com curiosidade a partir de Brasília.

Lembranças. Lágrimas. Uma parte nossa ficou lá.

Viver é Perigoso 

3 comentários:

Anônimo disse...

Passando por Manaus nesta semana, o ministro da Saúde ofereceu cloroquina, reconheceu a falta de oxigênio na cidade e disse que a única solução era esperar um novo carregamento. Pazulesma deu de ombros (literalmente) e declarou: "Não tem o que fazer".
Ah tem! As forças armadas têm que apear desse desgoverno. Antes profissionais agora estão sendo comprometidas com esses retumbantes fracassos que ceifam vidas. Vai pra casa Padilha!!!!

Anônimo disse...

não cabem mais comentários
os fatos falam por si
sobra-nos a indignação,
(essa por pouco tempo até o Bozo aprontar outra)
e com certeza vai,
o espanto é ver que ainda existam apoiadores,
seguidores e um número grande de profissionais da imprensa
a favor dessa turba

Anônimo disse...

É fiquem ai falando do boso, do Doria, da Globo, do boner, do datena, do ministro, é em quanto isso fique tomando cerveja no buteco, no parque, festinha e tal, vc vai ver o final. Ah te cuida meu, é guerra. BRINCA NAO.