segunda-feira, 10 de agosto de 2020

CURRÍCULO LATTES



O currículo lattes é um documento online detalhando experiências, com foco em produção acadêmica, que deve seguir os padrões da Plataforma Lattes, sistema de currículos virtual gerenciado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

A principal diferença entre o currículo vitae e o lattes é que o último é mais longo e abrangente. Todas as informações sobre a carreira profissional devem ser apresentadas detalhadamente e muitos dos dados inseridos são verificados pelo CNPq por meio de diplomas e certificados. Além disso, a plataforma valoriza mais a trajetória acadêmica, com ênfase em produções científicas, áreas de atuação e experiência de pesquisa em ciência e tecnologia.

Nomeado em homenagem ao cientista brasileiro César Lattes, a iniciativa integra as bases de dados curriculares, grupos de pesquisa e instituições em um único sistema de informações, focado em ciência e tecnologia.

Cesare Mansueto Giulio Lattes, simplesmente, César Lattes, nasceu em Curitiba em 1924, foi um físico brasileiro, codescobridor do méson pi, descoberta que levou à concessão do Prêmio Nobel de Física de 1950 a Cecil Frank Powell, líder da pesquisa.

Em 1947 Lattes descobriu o méson-pi, depois de expor chapas fotográficas muito sensíveis, conhecidas como emulsões nucleares, à altitude de 5,6 mil metros do Monte Chacaltaya, na Bolívia. 

Embora fosse o principal pesquisador e primeiro autor do artigo que descreve o méson-π, apenas Cecil Powell foi agraciado com o Prêmio Nobel de Física, em 1950, por "seu desenvolvimento do método fotográfico de estudo dos processos nucleares e suas descobertas em relação a mésons feitas com este método". A política do Comitê do Nobel, até 1960, era conceder o prêmio ao líder do grupo de pesquisa, apenas.

Foi também um grande líder no meio científico brasileiro e um dos principais responsáveis pela criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.

César Lattes, tomou o barco em Campinas, em 2005.

Viver é Perigoso

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