segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

E AGORA ? O QUE É QUE VOU DIZER EM CASA ?


Os tempos estão mudando:

"O ataque pessoal (argumento ad hominem) é umas das falácias mais manjadas no estudo da lógica. Desqualifica-se o argumento atacando o interlocutor. Para quem ouve o programa do Prefeito de Itajubá na rádio pelas manhãs de segunda-feira, eu recomendaria começar a prestar atenção em como é feita a sua defesa contra as críticas que recebe em sua gestão.

O problema é quando o argumento se sustenta exclusivamente em dados públicos.

(o gráfico fui eu quem montei com base nos dados do CAGED -  http://pdet.mte.gov.br/caged?view=default) "


Pedro Gama

Viver é Perigoso 

4 comentários:

Anônimo disse...

Itajubá produziu menos empregos que nossas cidades vizinhas, contudo o que o prefeito tem a ver com isso?

Seria ele obrigado a contratar empregados pela prefeitura ou por suas empresas?

Ah... nenhum empresa veio pra cá.

Ok. Mas vcs realmente pensam que uma empresa escolhe Itajubá pelo prefeito?
Quanto o prefeito pesa numa negociacao?
1%?
2%?
Empresas sabem que prefeitos saem em poucos meses (no maximo 96).
Vamos jogar limpo.
Nossa localizacao é pior que Pouso Alegre (nossa principal concorrente).
Nossa topografia é complicadissima.
Nao temos espaço no distrito industrial, nem ha espaço para um outro.
Nossa mão de obra é mais cara.
Temos imóveis caros.

As vezes uma empresa escolhe a terrinha, como aconteceu com a Cabelauto, mas o prefeito pouco interfere nisso.
Se nao atrapalhar, já ajuda muito.

Edson Riera disse...

Ajuda Muito -

Desculpando, mas de maneira simples, discordo do seu ponto de vista.

Mas primeiro, nossos cumprimentos. Você não discou dos números apresentados pelo Pedro Gama. E nem poderíamos. São oficiais.
O principal agente do desenvolvimento teria que ser o prefeito e sua equipe.
A localização de Itajubá já foi considerada extraordinária por estar a meio caminho das duas duas principais rodovias do País, Dutra e Fernão Dias.
Espaço temos de sobra. Alguma movimentação de terra sempre tem. Citaria muitos. O custo da mão de obra é acessível. Não temos apelo de forças sindicais. É sim, bem preparada. Quem confirma isso é a própria Administração Municipal.
A Cabelauto não escolheu a terrinha. Foi convencida por dados de mercado. Existência de chicoteiras na região, inlusive a AFL, na cidade.
Exige-se a formulação de uma política de atração empresarial.
Concordo, "se não atrapalhar, já ajuda muito" - porém atrapalham. Vide as batidas de frente com a Mahle (Fundação Mahle na Santa Casa de Misericórdia e aterros na várzea).

O primeiro passo seria ter a humildade e reconhecer que não fomos bem no quesito. Como diz o samba, "reconhecer a queda, não desanimar e dar a volta por cima.

Zelador

Anônimo disse...

Acho que o comentarista 23.21 não conhece a cidade e seus espaços para atração de empresas. Distritos industriais temos 2! Quantos mil metros disponibilizados na área desapropriada da antiga fazenda Paiol? Recentemente a Unifei não disponibilizou mais? Hoje a prefeitura já tem domínio de mais de 80% do local. Mais a área desapropriada para a instalação da Simnes!Cogitada para a Siva. Agora área para o parque municipal arranjamos. Negar fatos par justificar uma escolha de modelo de gestão não cola.O comentário tá parecendo "vacina" termo criado por marqueteiros para antecipar uma crítica as vésperas da eleição. cidadão preocupado

Anônimo disse...

Prefeito??que prefeito ...faz tenpo que itajuba nao tem prefeito .infelizmente