sábado, 2 de novembro de 2019

FOTOGRAFIA DO MUNICÍPIO


Divulgado ontem pela Federação das Indústria do Rio de Janeiro - FIRJAN o esperado levantamento IFGF - Índice Firjan de Gestão Fiscal 2019, que mapeia saúde financeira de municípios brasileiros.

O Índice é composto de quatro indicadores:
IFGF Autonomia, IFGF Gastos com Pessoal, IFGF Liquidez e IFGF Investimentos.

O estudo avaliou o desempenho econômico de 5.337 cidades brasileiras. A conclusão é que 73,9% desses municípios estão em situação fiscal difícil ou crítica. São 3.944 cidades nesta condição, incluindo nove capitais: Florianópolis, Maceió, Porto Velho, Belém, Campo Grande, Natal, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Luís.

Os principais problemas identificados no Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) 2019, que tem como base os dados fiscais oficiais de 2018:

A falta de condições de financiar a estrutura administrativa com recursos da economia local; 
A elevada rigidez do orçamento das prefeituras, sobretudo, com gastos com pessoal; 
As dificuldades para o cumprimento das obrigações financeiras e de gerar bem-estar 
Competitividade por meio de investimentos.

Resumindo, considerando Excelência (superior a 0,8 pontos). 

Itajubá 0,6813 - 765ª posição nacional e 53ª posição estadual.

Para comparar:

Pouso Alegre - 0,8359 pontos -129ª posição nacional e 8ª posição estadual.

Extrema - 0,9631 pontos - 8ª posição nacional e 1ª posição estadual.

Santa Rita do Sapucaí - 0,6528 pontos - 972ª posição nacional e 68ª estadual.

Claro que a moçada da Administração Municipal, das entidades de classe e dos cursos superiores, irão debruçar sobre o estudo constante do site www.firjan.com.br

Vive é Perigoso   

3 comentários:

Anônimo disse...

Zelador,
A fotografia mostra o que a gente já sabia: PA e Extrema têm situacao muito melhor que a nossa.
Grande parte disso é decorrência da própria geografia.
Queria ver o filme: a gente melhorou ou piorou?
Abs
Huckleberry Finn

Edson Riera disse...

Huck

No site da Firjan temos acesso aos levantamentos desde 2013. A terrinha vem piorando, claro, mas o problema é que não vem melhorando. E com tanta gente se reunindo para tratar de desenvolvimento.
A localização realmente é importante, sem dúvida. O duro foi que em passado recente, nas propagandas a localização de Itajubá era considerada como fator positivo para atrair investimentos, por estar situada entre as duas principais rodovias do País. Em oito anos ficamos parece que ficamos inacessíveis.

Abraço

Zelador

Anônimo disse...

Acho que esse problema da localização ficou menor com o avanço das comunicações. O que não temos é realmente a definição do que queremos. Nossa vocação. Qual é? Exemplos existem. Sta. Rita se posicionou a séculos. Aliás como anda Sta Rita no índice?