terça-feira, 1 de janeiro de 2019

FALOU E DISSE !


Ei pessoal de Itajubá, agora é prá valer. Embora muitos ainda não compreendam, nossa cidade faz parte de Minas Gerais e do Brasil. Atenção para os principais pontos do discurso curto e reto do Governador Zema.

1 - Aceitamos o desafio e agora temos que abrir a caixa-preta das finanças do estado. Arrumar a casa, renegociar a dívida com o Governo Federal para colocarmos as contas em dia. Atrair investimentos, o estado ficou parado esses anos, pagar o salário do funcionalismo sem atraso, fazer os repasses para as prefeituras, criar empregos, cuidar da educação, da segurança e da saúde. (Itajubá faz parte de Minas)

2 -  Vamos cortar mordomias, luxos, desperdícios, que são o mau uso do dinheiro público. Vamos acabar com os cabides de empregos e cargos por indicação política. É extremamente necessário enxugar a máquina. (Itajubá faz parte de Minas)

3 - Vamos tomar as medidas necessárias para recuperar Minas. Todos nós, sem exceção, teremos que fazer sacrifícios. Pois o estado está literalmente falido. E a partir de agora, precisamos de união. Todos nós, 22 milhões de mineiros. Precisamos de um pacto por Minas Gerais de cooperação e união de todas as classes. Todos os poderes, todos os cidadãos e cidadãs, sem distinção. (Itajubá faz parte de Minas)

4 - Espero poder contar com a imprensa, que tem um papel fundamental neste processo de transparência que vamos implementar em Minas Gerais. (Itajubá faz parte de Minas)

5 - É preciso que todos colaborem para voltarmos a respirar. (Itajubá faz parte de Minas)

Viver é Perigoso

6 comentários:

Anônimo disse...

Zé Lador. Você saberia dizer se Tião Riera estava presente, em posição de destaque,com aquele famoso pacote de pé de moleque de Piranguinho, metade moído, metade inteiro?
Ou teria preferido um voo mais alto até Brasília?! kkkk

Edson Riera disse...

Brasília -

Se isso aconteceu é coisa de passado distante.

Zelador

Anônimo disse...

Foi meio forçado essa decisão de não ir a Brasilia para não gastar.
Bobagem e absolutamente desnecessário.


Edson Riera disse...

Desnecessário -

Bobeira. Com contatos e aproximações, o saldo seria positivo. Declaração antiga e sem significado.

Anônimo disse...

Caríssimo Zelador!!!
Admiro muito esse seu otimismo, mas bem sabemos como funciona o jogo. Tudo continuará da mesma forma. Claro que o PMDB está dando um tempo, mas continuará mantendo o mesmo preço e no mínimo vai exigir 5 ministérios, entre eles o da saúde que é o 2º maior orçamento.
Os Bilac's e os Dalmo's da vida, continuarão votando às cegas os projetos, desde que as verbinhas das emendas parlamentares sejam liberadas, que é única porta de entrada que têm para chegarem aos eleitores nos municípios.
É bom sonhar, nessa faze de "lua de mel". Não dou seis meses para que sejam trocados ministros/secretários de estado, criados novos ministérios/secretarias de estado e as emendas parlamentares começarem a ser distribuídas de acordo com a necessidades de votos, leis eleitorais sendo aprovadas para facilitar reeleição, etc, etc e "la nave vá".
E vou dizer uma coisa que venho percebendo, melhor a gente torcer pela saúde do presidente eleito e por um ótimo relacionamento dele com o congresso, para evitarmos que o vice assuma. E o vice de minas então! irmão do Roberto Brant, envolvido no mensalão mineiro.

Edson Riera disse...

Caro comentarista sempre abalizado:

Triste e verdade. Nos apegamos em esperanças.Ainda bem que, embora de forma reservada motivada pela experiência, ainda a temos.
O pmdb voltará com outros nomes e alguns sobreviventes do dilúvio. Como sempre, criaram dificuldades nas escuras dos gabinetes e oferecerão (com exigente compensação) apoio. Em algumas votações, não sobrará alternativa para os crentes novos bolsonaristas. Por aqui, continuará pingando as raras verbinhas dos deputados. Um deles, creio eu, se verá em palpos de aranha com as investigações.
Mudanças de nomes sempre acontecem. Trata-se de ajeitamento de carga na boleia do caminhão.
Quanto ao Vice, pelas suas declarações, caso venha a assumir, desconfio que teremos que cair na clandestinidade.

Concluindo, o duro é não termos mudanças de pessoa e ainda por uns bons tempos, sobrevivermos sem esperanças, com por perto acontece.

Zelador