terça-feira, 17 de outubro de 2017

E LAVRAS, HEIN ?


Deu no Diário do Comércio:

Com um investimento em torno de R$ 37 milhões (33 federal e 4 próprio), o Parque Científico e Tecnológico de Lavras - Lavrastec, deve começar a operar em fevereiro do ano que vem. O parque, com uma área de 12.000 m2, possui ainda outros 68.000 m2 livres, que poderão ser usados no futuro.
Em fase final de construção, o empreendimento, liderado pela Universidade Federal de Lavras, funcionará como um condomínio de empresas, que vai aproximar investidores da academia. Seu principal objetivo deverá ser, ao lado da Ufla, o maior motor de desenvolvimento de toda a região.
Pensado para abrigar desde centros de pesquisas e desenvolvimento de empresas âncoras, startups e incubadoras, esperam contar com o apoio da Codemig.
A gestão do Lavrastec ficará sob responsabilidade da Fundação de Desenvolvimento Científico e Cultural (Fundecc), da Ufla e os trabalhos desenvolvidos dentro do parque serão acompanhados de perto por um conselho de notáveis.

Blog: Pois é...

Viver é Perigoso 

6 comentários:

Anônimo disse...

Pois é camarada! Por aqui parque municipal! Fala sério ! Palhaço

Edson Riera disse...

Palhaço,

Vela pelo lado bom. Daqui há uns tempos, nos finais de semana ou feriados prolongados, os empresários de lá (Lavras), poderão bancar excursões/prêmio para lotarem ônibus e trazer funcionários para vir passear no nosso parque. Gastarão aqui, irão ao mini-shopping, cinema...
O turismo é uma indústria limpa.

Zelador

Anônimo disse...

Vc heim? Eles vão preferir pouso alegre! Kkkkk aqui nem jornal tem ... Virou cidade dormitório ! Que coisa né? Dunga

Edson Riera disse...

Dunga,

Pouso Alegre não tem lago.

Zelador

Anônimo disse...

Zelador,

Já é tempo de fazer um comparativo da antiga Itajuba e da NOVA Itajubá. Vc vai se surpreender, e olha sentiras saudades do jornal Região Sul, Alair de Almeida, e Cia.

Tente. Não invente.Independente. kakakakkakkaakak

Edson Riera disse...

Independente,

Realmente o clima não está nada bom. Sei não, mas tentando-se prevenir contra terremotos, o japonês costuma manter um passarinho na gaiola. Dizem que eles pressentem a ocorrência do sismo e ficam agitados. Não tenho mais pássaros em gaiolas, mas se os tivesse, penso que estariam assustados.

Zelador