sexta-feira, 12 de agosto de 2016

SÓ NÃO VIU ANTES QUEM NÃO QUIS


O que já foi, já foi. Não adianta mais derramar lágrimas de arrependimento e muito menos justificar erros de avaliação, muito embora, erros cometidos na análise não sejam muito próprio de Professores dirigentes de Universidades Federais.

Qualquer aluno do Grupo Escolar Rafael Magalhães, na Boa Vista, é claro, já tinha percebido que a política econômica do governo federal estava levando o país para o fundo do poço.

Talvez, ainda ouvindo no fundo o som enganoso do "funk desastre" que animava a festa e por que não, a existência de uma pitadinha ideológica estudantil, arrastou a totalidade de Reitores a apoiar e disparar públicos votos de solidariedade ao governo Dilma.

Atuaram como violinistas do Titanic.

A conta começou a chegar no ano passado. Cortes e mais cortes. 

Esta semana, foi publicada no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle, portal do Ministério da Educação (MEC) que trata do orçamento, previsão média de redução de 45% nas verbas de investimento (cerca de R$ 350 milhões) nas 63 universidades públicas do país para 2017. Nos recursos destinados ao custeio, a diminuição é da ordem de 18% na comparação com o que havia sido previsto para 2016.

A nossa Escola (Unifei) enfrenta um período pré-eleitoral para escolha do Senhor Reitor. Pedreira pela frente. Corte nos investimentos, corte nos custos e exigência de muita criatividade.

Oremos.

Viver é Perigoso

3 comentários:

Anônimo disse...

Fala serio zelador, este camarada que ficou ai este tempo todo (alias apoiando os petralhas) fez o que para a escolinha?. Nada, nadica de nada.

Anônimo disse...

Realmente esse anônimo não frequenta o campus.

Anônimo disse...

As obras do campus foram licitadas (em sua maioria) pela gestão do Renato Nunes.
O problema da universidade é menos campus e mais resultados.
Há muito a Unifei deixou de frequentar o ranking das melhores.
Triste: uma escola que cresceu diminuindo.