quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

CARTA QUE NÃO RECEBI


Itajubá, 07 de janeiro de 2021

Senhores,

É com grande satisfação e emoção que eu e Dr. Nilo estivemos pela primeira vez na Prefeitura como Prefeito e Vice-Prefeito empossados de Itajubá, após o período de isolamento domiciliar e totalmente curados da Covid-19. 

A infecção pelo coronavírus mudou os nossos planos para o início de mandato, no qual tivemos que trabalhar de casa.

Hoje, 7 de janeiro, iniciamos o nosso trabalho de forma presencial. Fomos recebidos pelos servidores do Centro Administrativo Municipal a quem agradecemos a carinhosa recepção. Também nos reunimos com toda a equipe de trabalho para falar sobre o nosso Plano de Governo e discutir as propostas de cada área.

É chegada a hora de colocar o discurso em prática e trabalhar a serviço das famílias da nossa cidade. 

Com fé em Deus e muita determinação, Itajubá continuará seguindo no caminho das grandes realizações.

Agradecemos à população pela confiança depositada em nós. Que Deus nos abençoe nesta nova etapa!

Christian Gonçalves 

Blog: Que fique claroO Christian Gonçalves e o Dr. Nilo Baracho, são respectivamente, nossos Prefeito e Vice.
Esperamos que a Administração alcance sucesso, com trabalho, criatividade, transparência irrestrita e participação da Comunidade. Contribua para que tenhamos harmonia e convívio respeitoso na cidade. Que esteja disponível para atender os pedidos de informações e os questionamentos dos nossos representantes vereadores. 
É difícil, mas tentem entender que, dentro de suas limitações, o "Viver é Perigoso" também significa participação e até mesmo ajuda. 

Viver é Perigoso        

EM OUTROS TEMPOS


Viver é Perigoso

 

EM CARTAZ !


O conhecimento científico é diariamente desprezado. Eles passam a defender que a terra não é redonda; passam a recomendar que não é preciso vacinar crianças e idosos; afirmam que o isolamento social em época de pandemia não tem efeitos no controle de contágio; passam a recomendar, genericamente, tratamentos e medicações ainda não reconhecidos pela sociedade científica, ou seja; resumem o conhecimento e evolução científica da humanidade a nada. 

No campo das relações sociais e da convivência, eles não mais escondem seu preconceito com as diferenças de identidade sexual, raça ou de cor da pele; fazem piada com o tamanho de órgãos genitais dos asiáticos; fazem piada com a forma de falar português dos chineses e com o tamanho das cabeças dos nordestinos; tratam quem pensa diferente como inimigo; exaltam a violência; desprezam o sofrimento. Celebram o confronto, a morte e a desunião.

O modelo de sociedade deles só pode triunfar na violência, na ignorância e na desinformação.

O saber histórico também passa a ser desprezado: para eles não houve holocausto; não houve ditadura; nazismo foi de esquerda e o comunismo está implantado no país.

E a empatia? Aquela capacidade de se identificar com o sofrimento do outro? Eles são impermeáveis à empatia!

(extraído de artigo do Sergio Ribeiro Pereira)

Viver é Perigoso

CANTINHO DA SALA


Mary Lee Bendolph - Galeria Nacional de Arte, Washington, DC. 

Viver é Perigoso

LA DEMOCRACIA SIGUE

 


HuffingtonPost

Viver é Perigoso


TRUMPISTA PADRÃO

 


Viver é Perigoso

USA

 

Viver é Perigoso

FALOU E DISSE :


Por achar que para governar bastava ser engraçadinho com a claque à qual se dirige na porta do Alvorada – além de animador de auditórios virtuais –, Bolsonaro arriscou a credibilidade e perdeu a autoridade. Do ponto de vista formal (do relacionamento entre os poderes, por exemplo), a autoridade do presidente já vinha sendo encurtada desde o primeiro dia de mandato pela incapacidade dele de liderar e se articular frente ao Legislativo e ao Judiciário.

Em outras palavras, a caneta do presidente tem menos tinta hoje do que há dois anos. Mas a autoridade política, subjetiva, se deteriorou mais rápido ainda com a pandemia. Uma coisa é ser falastrão diante de desafios da política, como os de levar adiante reformas estruturantes, desatar os nós da economia, derrubar o governo da Venezuela, peitar os críticos internacionais das políticas ambientais, prometer maravilhas e por aí vai.

Outra coisa completamente diferente é ser falastrão diante de uma crise sanitária sem precedentes na memória de qualquer geração atual, em escala planetária. Cabe não confundir autoridade com popularidade, embora em ocasiões uma coisa tenha influência sobre a outra. A autoridade de Bolsonaro que foi embora é preciosa: é aquela atribuída a quem se confia ser capaz de ajudar a resolver uma crise aguda de vida ou morte para milhares de pessoas.

Ao tratar assuntos (pandemia), pessoas (adversários políticos), instituições (chefes de outros poderes), eventos externos (eleições em outros países) com declarado desprezo ou desrespeito, pelos fatos e pela ciência, o presidente brasileiro em boa parte incentivou a atmosfera atual, na qual a ele se dá pouco respeito. De novo, estamos diante de um fator político difícil de quantificar, mas palpável: a ridicularização do personagem político, como acontece hoje com Bolsonaro, é um indício claro de perda de autoridade.

Dela ele precisará bastante se for capaz – há uma aparente unanimidade no mundo político de que ele não será – de proceder às difíceis escolhas que tem pela frente para, por exemplo, equilibrar as contas públicas ao mesmo tempo garantindo uma renda mínima e uma alta taxa de investimentos. 

Bolsonaro vacilou diante de qualquer decisão abrangente até aqui, uma característica detectada pelo apurado olfato das feras do Centrão, em que está depositada no momento o que existe de autoridade política do presidente.

Bolsonaro sacrificou autoridade em busca de popularidade efêmera e volátil. Corre o gravíssimo risco de acabar ficando sem as duas.

William Waack

Viver é Perigoso