domingo, 14 de março de 2021

DE POUSO ALEGRE


Deu no Terra do Mandu, de Pouso Alegre, sobre o tratamento "precoce adotado" por Itajubá.

A médica infectologista Lívia Vitale, consultada pela reportagem do Terra do Mandu, explica não há comprovação científica do uso desses medicamentos e não existe tratamento precoce.
O que existe é o tratamento preventivo, as maneiras de se evitar a ser contaminado pela Covid-19, que é o uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos e a vacina. “Então, enquanto não chega a vacina, nós não temos outra opção”, afirma a infectologista.

A especialista também afirma que a indicação desses medicamentos pode desviar o foco no combate à pandemia e essa indicação acontece apenas no Brasil. “Se fosse verdade tudo isso, porque os outros países não estariam usando? São tratamento milagrosos que não tem nenhuma comprovação científica. E que, inclusive, pode fazer mal”, alerta Lívia Vitale: “A Ivermectina em alta doses pode dar uma hepatite medicamentosa e convulsões”.

“Não existe nenhuma, nenhuma comprovação científica. O que existe são algumas pessoas que usaram, e aí, como a maioria das pessoas melhora com ou sem, apesar desses medicamentos, aqui no Brasil nossos líderes querem trazer tratamentos para incentivar as pessoas continuar na vida ‘normal’, e a gente sabe que isso não é possível”, finaliza a infectologista que ainda citou os dois estudos mais recentes sobre o uso desses medicamentos e publicados em revistas médicas de maior prestígio no mundo.

Viver é Perigoso

Um comentário:

Anônimo disse...

tb tamo no G1 e no estado de minas, que vergonha,