domingo, 24 de janeiro de 2021

MOÇA BONITA


Ela chegou, em Brazópolis e rádio tocava "Pedacinhos do Céu", com o Waldir Azevedo. Aos dez anos, já em Itajubá no cinema, "Bonequinha de Luxo, com a Audrey Hepburn, tendo no fundo, o som maravilhoso de "Moon River" sob a batuta do maestro Henry Mancini. Nos EUA, J.D Salinger estava lançando o enigmático "O apanhador no campo de centeio". 

Aos dez anos, já em Itajubá. Elvis Presley no ar com "It´s Now or Never"

Em 1970 começando o namoro deixando se levar por Paulinho da Viola no "Foi um rio que passou na minha vida". Claro, lendo Love Story e assistindo no cinema a versão cinematográfica, com Ali MacGraw e Ryan O´Neal. Lágrimas de goteiras.

Em 1971, assistindo no "Presidente" o Anônimo Veneziano, coração aos pulos com a "Cuore Cose Fai" interpretada pelo Tony Renis. Completava os seus vinte anos e recebia o apelido que a acompanha pela vida toda: "Magrela".

"Gostava tanto de você", confessava Tim Maio em 1973, quando do casamento.

I´m Not in Love - 10cc, embalou a chegada da Rachel em 1975, assim como Carly Simon, com Nobody Does It Better, fez na chegada da Joana em 1977 e Michael Jackson, com o Thriller, em 1980, com o Pedro.

Em 1981, a voz rouca da Kim Carnes estourava com "Bette Davis Eyes".

Em 1991, para muito pensar ouvindo Extreme em "More Than Words). Em 2001,nada como a eterníssima Cher, cantando "Love Hurts".

"When a Man Loves a Woman, explicava Michael Bolton em 2011.

24 de janeiro de 2021. Um abraço Sonia, sob o tema do "Whitout You" com o Harry Nilson,

Viver é Perigoso 

2 comentários:

Anônimo disse...

Associar a a pessoa amada com as músicas e filmes que marcaram o tempo juntos é sinônimo de imensa sensibilidade. Me lembraram muito Carl Sagan em " Pale Blue Dot". Parabéns a vocês dois. Observador de Cena.

Edson Riera disse...

Observador de Cena

Vou buscar mais o Carl Sagan e o Pálido Ponto Azul.

Grato

Abraço

Zelador