quarta-feira, 28 de outubro de 2020

DODÔ


Ainda era criança no Grupo Escolar Rafael Magalhães, na Boa Vista, é claro, quando tomei conhecimento do Dodô, pássaro simpático e gorducho que viveu nas Ilhas Maurício, a 1.900 quilômetros da costa africana, no oceano Índico. .

O Dodô desapareceu. no século 17 com a chegada dos colonizadores ao seu hábitat. Sempre senti um dó danado e sua existência passou a ocupar um espaço na biblioteca da minha mente.

A vida boa do bicho durou só até os europeus aportarem em Maurício. Primeiro foram os portugueses, em 1507. A ação mais cruel foi a dos holandeses, que colonizaram o lugar a partir de 1598. Foi visto pela última vez em 1662.

Pouco maior que um peru e pesando cerca de 23 quilos, o dodô era um pombo gigante da família da família Raphidae. Como tinha asas curtas e frágeis, não conseguia voar. Nem precisava, pois na ilha era disponível alimentação farta e não existia nenhum mamífero predador. Até chegar o mais voraz deles (o homem).

Uma das origens possíveis para o nome do animal é a palavra "doodars", que pode significar traseiro gordo, ou ainda "dodoor", preguiçoso em holandês. Também é possível que tenha derivado do português "doudo", que era a forma usada na época para a palavra doido.

Ainda hoje, quando me deparo com uma pessoa boa e até ingênua lembro logo do Dodô.

Viver é Perigoso

FALOU E DISSE :


Otávio Santana do Rêgo Barros é General de Divisão do Exército Brasileiro. Doutor em ciências militares, foi porta-voz da Presidência da República, nomeado pelo governo Jair Bolsonaro. 

Antes de ser nomeado porta-voz do governo por Bolsonaro, o general Rêgo Barros foi chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, de abril de 2014 até 14 de fevereiro de 2019

O artigo publicado pelo General Otávio (ontem 27/10) no Correio Braziliense, teve grande repercussão na imprensa e movimentou as redes sociais.

Os líderes atuais, após alcançarem suas vitórias nos coliseus eleitorais, são tragados pelos comentários babosos dos que o cercam ou pelas demonstrações alucinadas de seguidores de ocasião.

É doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais, com vistas a convencer-nos a depositar nosso voto nas urnas eletrônicas, são meras peças publicitárias, talhadas para aquele momento. Valem tanto quanto uma nota de sete reais.

Tão logo o mandato se inicia, aqueles planos são paulatinamente esquecidos diante das dificuldades políticas por implementá-los ou mesmo por outros mesquinhos interesses. Os assessores leais — escravos modernos — que sussurram os conselhos de humildade e bom senso aos eleitos chegam a ficar roucos.

Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal.

A autoridade muito rapidamente incorpora a crença de ter sido alçada ao olimpo por decisão divina, razão pela qual não precisa e não quer escutar as vaias. Não aceita ser contradita. Basta-se a si mesmo. Sua audição seletiva acolhe apenas as palmas. A soberba lhe cai como veste. Vê-se sempre como o vencedor na batalha de Zama, nunca como o derrotado na batalha de Canas.

Infelizmente, o poder inebria, corrompe e destrói! E se não há mais escravos discordantes leais a cochichar: “Lembra-te que és mortal”, a estabilidade política do império está sob risco. "

Viver é Perigoso

HALLOWEEN

 


Viver é Perigoso

TOMOU O BARCO

 


Mário Pereira da Silva, simplesmente, Mário Botina. Nasceu em Itajubá, cresceu e estudou Agronomia em Lavras e tomou o barco, aos 75 anos, em Sete Lagoas.

Um craque de bola. Primo dos Sarlas, da Boa Vista é claro, Athanásio, Cati, Sócrates, Marina e Fátima.

O Mário sempre passava suas férias na Boa Vista e em uma delas, estive com o Sócrates, passando uns dias em sua casa em Lavras. Lembro-me bem do pessoal bonito e do bem. Dona Emília e as irmãs Maria José e Natércia.

Um ídolo da Associação Olímpica de Lavras, que defendeu com tanto amor. Admirado inclusive pelos rivais do Fabril. Mário passou pelo Santos de Pelé.

Notícia triste que nos chegou pelo site www.mirantedabocaina.com.br

Mais um amigo que nos deixa.

Viver é Perigoso