sábado, 4 de julho de 2020

CRAZY



Virginia Patterson Hensley, simplesmente, Patsy Cline, cantora americana nascida em Winchester, na Virgínia. Fez muito sucesso. Tomou o barco com muita antecedência aos 30 anos de idade, em 1963, num acidente aéreo ocorrido no Canadá.

Crazy, foi composta em 1961 pelo Willie Nelson. A canção foi lançada no fim daquele ano, e imediatamente tornou-se outro imenso sucesso para Patsy Cline. A música foi listada no número 85 da Billboard das 500 Maiores Canções de Todos os Tempos.

Viver é Perigoso

MOÇA BONITA


Filme de 1946, com direção de Charles Vidor, com Rita Hayworth (Gilda) e Glenn Ford (Johnny Farrell).

Conheço e conheci três Gildas. Todas admiradas. A Gilda Moura, do Colégio Bem Me Quer, excepcional educadora, a professora Gilda Carneiro, dedicada e, atenciosa. Ambas tomaram o barco com muita antecedência.

E a Gilda Riera. Empresária de luta, pessoa de grande cultura e exemplo de resiliência para todos. Uma Moça Bonita.

Voltando ao filme:

Glenn Ford e Rita têm no filme uma relação tempestuosa de amor e ódio. Extremamente sensual, Rita faz o strip-tease mais famoso do cinema. Só tira as luvas.

No filme acontecem duas frases de Gilda (Rita), que ficaram gravadas para sempre:

 " Johnny, um nome tão difícil de lembrar e tão fácil de esquecer."

 " Eu te odeio tanto que seria capaz de me destruir, só para te levar para o fundo junto."

Como dizia sempre um querido primo e amigo, repetindo a chamada do famoso filme:

"Nunca houve mulher como Gilda"

Viver é Perigoso

POIS É...


Interessante a pesquisa feita pela FGV - RJ sobre a imagem do poder judiciário brasileiro. Levantaram que na liderança das instituições em que os brasileiros mais confiam no País:

1º - STJ - 44%
2º - STF - 41%
3º - Presidência da República - 34%
4º - Congresso Nacional - 19%

Problemas mais percebidos:

93% - A justiça é lenta
89% - Os altos salários do judiciário são incompatíveis com a realidade brasileira
89% - A polícia prende e a justiça solta.
87% - A linguagem jurídica é pouco compreensível

(Sonia Racy)

Viver é Perigoso    

PARA DEPOIS DA QUARENTENA


Durante algum tempo considerei Savanah, na Georgia, a cidade que tinha mais me encantado na vida. Durou, até conhecer melhor estar por algumas vezes Barcelona. Uma cidade viva.

Mas não teve mais jeito. Paris é a capital do mundo.

Imperdível um passeio demorado pela Rue Mouffetard, situada no Quatier Latin. 

Fácil de chegar: desça na estação de metrô Place Monge (linha 7),

Extremamente charmosa. É uma rua antiga, lotada de restaurantes, bares, sorveterias, feiras de rua, enfim, uma diversidade enorme de comércio.

Esta rua está sempre animada, cheia de estudantes que frequentam as universidades que não ficam muito longe dali.

Uma excelente opção para quem quer conhecer um pouco do estilo de vida parisiense, e claro, experimentar um pouco da gastronomia local. Por 15 euros/pessoa, um inesquecível almoço, com entrada, prato principal, sobremesa, água mineral e uma jarrinha de vinho.

Quer mais ?

Viver é Perigoso

TODO O CUIDADO É POUCO



Empire Haven, um resort para férias rústicas situado nas férteis colinas da região de Finger Lakes, no Estado de Nova York, tem um slogan sedutor:

“Afaste-se de tudo. Suas preocupações. Suas angústias. Até de suas roupas”.

Neste ano, porém, o resort nudista está pedindo aos visitantes que levem uma peça de vestuário: uma máscara.

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CISNE NEGRO


O coronavírus poderia ser considerado um cisne negro ?

A Teoria do Cisne Negro foi criada pelo libanês-americano, Nassim Nicholas Taleb ,autor, ensaísta, estatístico, analista de riscos e matemático de formação.

Taleb escreveu o livro "The Black Swan: the Impact of the High Improbable" ( O cisne negro: o impacto do altamente improvável) no qual trata das incertezas e eventos imprevisíveis. 
Acontecimentos de impacto desproporcionado ou um acontecimento raro aparentemente inverosímil, para lá das expectativas normais históricas, científicas, financeiras ou tecnológicas.

Esses acontecimentos inesperados trazem junto grandes consequências, boas ou ruins.

Na busca para equacionar a imprevisibilidade, Taleb tomou de empréstimo uma historieta do filósofo Karl Popper para batizar seu novo livro. 

Até 1697, acreditava-se na Europa que todos os cisnes eram brancos. Isso caiu por terra quando o explorador holandês Willem de Vlamingh encontrou cisnes negros em uma de suas aventuras pela Austrália.

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ANOS LOUCOS


"Só o tempo dirá se os fatores que dominaram o mundo após a gripe espanhola se repetirão.

A década de 20 do século passado foi bastante positiva tanto em termos econômicos quanto culturais, no Brasil e no mundo. A economia mundial cresceu a taxas elevadas, a economia americana se tornou economicamente hegemônica e a economia brasileira cresceu a taxas relativamente altas.

Foi, também, uma década caracterizada por movimentos importantes nas artes (surrealismo, dadaísmo), na música (jazz, Charleston, blues), na literatura e no teatro (Scott Fizgerald, Sinclair Lewis, Eugene O´Neill) e no cinema (cinema falado, Charlie Chaplin, Luís Buñuel). No Brasil, foi uma década fértil nas músicas popular e erudita (Noel Rosa, Heitor Villa-Lobos) e na literatura (Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manoel Bandeira). A Semana de Arte Moderna revolucionou a literatura e a arte brasileiras (Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti). E houve muita liberdade na pauta de costumes. Diante de tamanha efervescência, entrou para a História como “os anos loucos”.

Por outro lado, provavelmente como reação ao liberalismo, preparou o terreno para um forte retrocesso nas liberdades individuais na década seguinte. No Brasil, várias tentativas de golpe de Estado, presidentes governaram em estado de sítio, culminando com a ditadura Vargas em 1937. No mundo, a ascensão do nazismo e do fascismo, que resultou na 2.ª Guerra Mundial.

Que fatores poderiam explicar este comportamento? Do ponto de vista econômico, em episódios como estes, em geral, são os mais eficientes e produtivos que sobrevivem, o que aumenta a produtividade da economia após a pandemia.

Após meses de confinamento, as pessoas estão ávidas para retomar o convívio social, frequentar eventos culturais e artísticos. Estes parecem ter sido os fatores dominantes após a gripe espanhola. Que fatores vão dominar a retomada desta vez, só o tempo dirá."

Prof. José Márcio Camargo

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CANTINHO DA SALA

Paul Klee - 1916
Viver é Perigoso

INDEPENDENCE DAY

Casa do Embaixador Americano - 04/7 em Brasília
Nos EUA são 2,8 milhões de pessoas contaminadas e quase 130 mil óbitos.

No Brasil, 1,6 milhões de pessoas contaminadas e quase 65 mil óbitos.

Na liderança do coronavírus no mundo.

Viver é Perigoso

RECAÍDA



“Estamos tendo notícias também de que cada vez mais, não só no Brasil, mas no mundo, o tratamento precoce via hidroxicloroquina tem surtido efeito, então nós apelamos àqueles que ainda resistem”.

Bolsonaro, hoje em Florianópolis. Máscaras continuam desnecessárias.

Viver é Perigoso

QUARENTENA A DOIS


Viver bem não é ficar sem brigar. Viver com harmonia nesses tempos, é brigar cinco vezes por dia. Claro, brigas de pequena monta (sem falar da família do outro) e por pequenos motivos. Vá a merda, vá tomar banho, pirou ? são esquecidos no primeiro encontro no corredor ou na cozinha. Conversas voltam de imediato. Ou sobre estranhas postagens no facebook, ou sobre novos números da covid ou sobre fotos e mensagens novas no what da família. Desencontros mais sérios podem acontecer caso um seja de direita e outro de esquerda. Questão insuperável em que uma colocação meio deslocada pode proporcionar um silêncio mútuo de algumas horas. Mas passa. 
Podes crer: o relacionamento vai muito mal se não acontecer pelo menos "vá tomar banho" por dia. Situação que pode significar princípio de depressão. E o pior, vir o desespero total, colocar uma máscara e sair para a rua sem destino. Para nada.

É a vida... 

Viver é Perigoso