quinta-feira, 28 de maio de 2020

MOMENTOS MÁGICOS



Viver é Perigoso

CONCLUINDO :

Solda
"Só não sei o que irá acontecer, mas que não dá mais, não dá."

Viver é Perigoso

AUTO DESAJUDA


Você não merece ser feliz -  Editora Intrínseca - Pedro Leite e Daniel Furlan

Uma pequena amostra do livro perfeito para o momento. Conselhos de desajuda. Em 10 pontos

1 - Tá feliz ? Espera que passa.

2 - Ser você mesmo é a pior coisa que uma pessoa pode fazer


3 - Nunca é tarde demais para parar de sonhar

4 - Nunca dê a impressão de que você pode ser útil em alguma coisa

5 - Eu cometo erros, muitos, muitos. Mas depois eu me arrependo e depois me arrependo do meu arrependimento, e volto a cometer erros, muitos, os mesmos, porque a vida é assim.

6 - Quando uma pessoa diz para você acreditar em você e você acredita, você não está acreditando em você. Você está acreditando nela.

7 - A persistência é só um sinal de que estou fazendo alguma coisa errada.


8 - O universo conspira a favor de quem tem a coragem de ignorar os problemas

9 - Se você quiser, se você se esforçar, se você treinar, se você entrar de cabeça, se você se concentrar: nada garante que você vai conseguir

10 - Muitas situações podem te abalar, mas só a esperança pode te destruir

Viver é Perigoso

LANÇANDO MODA


Existia comício em cima de palanque. Comício em cima de caminhão. Comício atrás de púlpito e nos últimos tempos, lançado em Brasília, o comício de trás da cerca. 

Viver é Perigoso  

REVELEMO-NOS MAIS POR ATOS...


Desde que tomaram posse, em fevereiro do ano passado, apenas três dos 53 deputados federais mineiros nunca discursam no plenário da Câmara, em Brasília. 

São eles: Dimas Fabiano (PP), Hercílio Coelho Diniz (MDB) e Misael Varella (DEM).

De acordo com o portal do Legislativo, os mineiros falaram por 1.930 vezes no plenário da Casa, entre 1º de fevereiro de 2019 e 27 de maio deste ano.

O Tempo

Viver é Perigoso

O MAR NÃO ESTÁ PARA PEIXE

O presidente da Associação Mineira dos Municípios, Sr. Julvan Lacerda, que também está no segundo mandato como prefeito de Moema, é contra a possível mudança das eleições para o final do ano, face a pandemia.

É favorável que aconteça a prorrogação de mandatos, unificando as eleições de 2022.

Como a coisa se mostra complicada aqui fora, entre os mortais, seria melhor continuar "dando o sangue" por mais dois anos na frente da prefeitura.

Como informado acima, ele está impossibilitado de concorrer a reeleição (está no segundo mandato)

Na certa não está sozinho nas suas ideias. Pelo menos não poderão dizer, em acontecendo a prorrogação do mandato, que receberam uma herança maldita.

Viver é Perigoso

MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS


Deu na Folha de São Paulo

Embate sobre cloroquina mostra que medicina baseada em evidências engatinha no país

"...O entusiasmo de alguns médicos e de parte da população brasileira com o uso de fármacos sem utilidade comprovada contra o novo coronavírus deixou claro que ainda falta muito para que a chamada medicina baseada em evidências se consolide no país.

Essa abordagem, que busca usar os melhores dados científicos disponíveis para embasar as decisões sobre o tratamento de cada paciente, tem ficado de lado quando profissionais e gestores de saúde optam pelo emprego de medicamentos cuja eficácia e segurança ainda não foram demonstradas.

Embora tentativas de testar tratamentos cientificamente tenham ocorrido desde os séculos 17 e 18, a proposta de sistematizar esses testes como um guia para a prática médica é bastante recente, remontando aos anos 1980 e 1990, quando o termo “medicina baseada em evidências” foi empregado pela primeira vez por pesquisadores como Gordon Guyatt, da Universidade McMaster (Canadá).

A intenção era aumentar a objetividade das decisões clínicas com base no conhecimento obtido, por exemplo, em múltiplos estudos com grande número de pacientes para recomendar ou não determinada terapia.

Para reforçar a confiabilidade dessas recomendações, tais estudos deveriam aderir a padrões como a existência de grupos-controle (ou seja, a divisão dos pacientes estudados em pelo menos dois grupos, um dos quais recebia o tratamento sendo testado, enquanto o outro recebia um tratamento padrão já usado antes ou uma substância inócua, por exemplo) e a chamada randomização (alocando os pacientes aos diferentes grupos de modo aleatório).

Tais abordagens são necessárias para diminuir os diferentes vieses que surgem naturalmente durante a observação de um tratamento. Muitos problemas de saúde, por exemplo, acabam melhorando graças ao próprio organismo dos pacientes, mas a inexistência de um grupo-controle poderia levar os médicos a assumir erroneamente que o tratamento foi o responsável pela melhora.

No Brasil, ainda são raros os cursos de formação de profissionais de saúde que incluem em seu currículo disciplinas especificamente dedicadas a ensinar esses conceitos.

“No caso das faculdades de medicina, muitas vezes há apenas um módulo sobre o tema na disciplina de epidemiologia, por exemplo”, diz a reumatologista Rachel Riera, do Hospital Sírio-Libanês e da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), onde ministra justamente uma dessas raras disciplinas. “Existem também muitos cursos esporádicos e outros de pós-graduação, que têm crescido.”

Para Riera, a medicina baseada em evidências não é oposta à experiência pessoal de cada médico ao lidar com seus pacientes no cotidiano, mas ajuda a evitar que certos tratamentos continuem a ser usados de forma acrítica apenas por hábito, sem que tragam benefícios reais para o tratamento.

“É claro que existe uma grande lacuna, muitas vezes, entre o que seria a melhor solução possível e o contexto de cada profissional de saúde e cada paciente. Tratar um infarto agudo do miocárdio nunca vai ser a mesma coisa num hospital de uma grande cidade e numa comunidade ribeirinha da Amazônia”, pondera ela. “Não adianta só focar nos resultados de grandes estudos se você não leva isso em conta.”

Riera diz ainda que nenhuma situação recente pode ser comparada à pandemia de Covid-19, quando se considera a necessidade de aprender com grande rapidez maneiras de enfrentar uma nova doença..."

Viver é Perigoso

SEM PALAVRAS

Viver é Perigoso

CARTA QUE RECEBI


Itajubá, 28 de maio de 2020

Zelador

Ref.: Investigação sobre Fake news

1- o inquérito das fake news foi aberto em 14/03/19 a pedido do Toffoli e comandado por Alexandre de Moraes sob sigilo;

2- a antiga PGR Dodge questionou o Supremo e pediu seu arquivamento por contrariar normas legais principalmente aquela que "quem vai julgar não pode investigar"; existem várias ações contrárias para serem julgadas no próprio Supremo;

3- desencadeada outra fase da investigação, hoje a PF a mando do Supremo, fez buscas e apreensões em domicílios de empresários, blogueiros, políticos aliados do presidente. Podem chegar ao 02;

4- O novo PGR Aras pede novamente a suspensão do inquérito;

5- Planalto avalia contra atacar propondo ação no próprio tribunal e possivelmente com o não atendimento das convocações feitas a dois ministros: o boca suja da educação e o general baixinho da segurança.

Embate institucional sério à vista caríssimo responsável pelo blog e colaboradores. 

Juízo idosos.

Causídico Jurássico

Viver é Perigoso

CARTA QUE RECEBI


Itajubá, 27 de maio de 2020 

Zelador,

Ref.: Asfaltamento em Itajubá

São 35 milhões para as obras viárias de asfaltamento. São 111 ruas. 315 mil em média por rua. Dinheiro emprestado que será pagos pelas futuras gestões.

Outro ponto interessante de abordar é o motivo para asfaltar a cidade inteira.

O asfalto faz as noites nas cidades serem até 5 graus Celsius mais quentes, segundo estudo da USP (Universidade de São Paulo), desenvolvido em 2013. Esse tipo de superfície tem a capacidade de guardar calor durante o dia e liberá-lo até aproximadamente 20h30, com isso o desconforto térmico nas vias perdura mais, o que aumenta o consumo de água, energia elétrica e o desgaste físico. 

O asfalto esquenta as massas de ar na superfície gerando o 'calorão' das noites, que vai diminuindo ao longo do período noturno. A solução para o problema é o aumento da cobertura vegetal das vias.

Além disso, o asfaltamento maciço das cidades deixa as vias impermeáveis. Com isso, é preciso um sistema de drenagem com funcionamento muito bom para evitar alagamentos, já que a água fica sem ter para onde escorrer no solo e o único caminho são os bueiros (o período das chuvas é só depois das eleições). 

O asfaltamento em massa de Itajubá está sendo feito sem respeitar nenhuma dessas variáveis.

Abraço,

Marco Antonio Gonçalves

Viver é Perigoso