segunda-feira, 27 de abril de 2020

UM POUCO DE HISTÓRIA


No Início do Império Romano, a segurança do Imperador passava a ser prioritária e, por isso, Augusto transformou a guarda pretoriana em sua guarda oficial.

A guarda pretoriana passou a conquistar e exercer muitos poderes no império. Isso porque era a força de maior prestígio, e próxima ao imperador. Assim, passou a atuar não só na defesa cotidiana, mas também na execução de inimigos dos imperadores. Aos poucos a guarda pretoriana passou a ser temida, pois concentrava muitos poderes, participando não só de execuções ou fazendo cumprir as leis do Império, mas, também, dos conchavos e decisões políticas. Muitos eram os Imperadores ou mesmo os aspirantes a Imperador que temiam a Guarda Pretoriana, pois ela era decisiva na escolha do novo homem a governar o império.

A Guarda Pretoriana era importante no jogo político. A formação de uma rede de fidelidade entre os membros da guarda e as forças políticas fez com que houvesse muitos excessos na condução da guarda e principalmente na sua forma de trocar favores. Em dado momento não mais se escolhia um imperador sem a aprovação da guarda. Ou seja, a guarda, criada para proteção do Imperador, passou a representar uma ameaça constante e os imperadores, na tentativa de evitar golpes, insistiam no costume de recompensar os membros da guarda, agradando-os.

Foi Constantino, em 312, que pôs fim à Guarda Pretoriana.

(Ana Luíza Andrade) 

Viver é Perigoso

QUERO SÓ VER



Brasília, 02 de janeiro de 2021

Superada a pandemia do coronavírus, convocamos todos os 70.000 condenados liberados provisoriamente, para que no prazo máximo de 30 dias, a contar desta publicação, compareçam ao seus respectivos presídio/cadeia para término do cumprimento da pena.  

Justiça Brasileira

Viver é Perigoso

O EQUIPAMENTO


Os ventiladores pulmonares são essenciais para tratar pacientes com insuficiência respiratória e cada vez mais buscados para o tratamento de pacientes com quadros graves da covid-19, doença que causa a dificuldade extrema de respiração, causada pelo novo coronavírus.

Não existe diferença entre respirador mecânico e ventilador pulmonar. Os dois termos são usados para se referir ao mesmo aparelho —ainda há sinônimos como ventilador mecânico e respirador artificial. 

O ventilador pulmonar serve para auxiliar os pacientes com insuficiência respiratória (falta de capacidade de respirar sozinho). O aparelho funciona administrando a quantidade de ar que entra e sai do pulmão e controlando a mistura de gases utilizada e a quantidade de oxigênio. 

Existe uma ampla variedade de preços de ventiladores mecânicos no mercado. O valor varia de acordo com a tecnologia empregada no aparelho e câmbio, já que a maioria dos ventiladores é importada. Em termos muito gerais, uma média estimada do valor dos aparelhos vai de R$ 50 mil para máquinas mais simples, podendo chegar até R$ 200 mil em modelos mais avançados.

A oxigenoterapia consiste na administração artificial de oxigênio com o intuito de manter as trocas gasosas do organismo em níveis adequados. 

A oxigenoterapia pode ser classificada em:
Sistemas de baixo fluxo (quando há necessidade de baixa quantidade de oxigênio) - cateter nasal e tipo óculos, máscara facial simples, com reservatório e máscara de traqueostomia.  Sistemas de alto fluxo (quando há necessita de quantidades maiores de oxigênio) -  máscara de Venturi e geradores de fluxo.

Dados Uol

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PARAQUEDISTA


Lembrando: No livro do Maklouf sobre o processo  Exército x Bolsonaro, é citado que o então Capitão Jair Bolsonaro, era paraquedista, tendo saltado 44 vezes.

Já afastado do Exército, saltou pela última vez no dia 28 de outubro de 2018. Desceu em Brasília.  

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PRÁ PENSAR

Denis Rosenfield, escreveu hoje no "O Estado de São Paulo" - "Opinião"

Bolsonaro e seu clã constituem um perfil ideológico que poderíamos denominar de extrema direita; é formado pelo presidente, por sua família, seus assessores mais diretos, um ideólogo identificado com a extrema direita americana e um grupo digital que a eles adere sem nenhum critério crítico. Eis alguns pontos centrais:

1) Sua concepção política está baseada na distinção amigo/inimigo, sempre precisando de alguém para atacar. O diálogo não faz parte dessa concepção por necessitar apontar alguém como inimigo a ser destruído (Lula, a esquerda, Doria, Mandetta, as instituições, Rodrigo Maia, a imprensa, os meios de comunicação, o “sistema”, os políticos, e assim por diante).

2) Em decorrência, necessita do confronto permanente, até mesmo levando instabilidade às instituições. 

3) Apoia-se numa teoria conspiratória, própria desse tipo de concepção. Apresenta-se como “vítima” do “sistema”, dos “políticos”, tidos por definição como corruptos, dos que querem abatê-lo das formas mais secretas. 

4) Em sua luta contra o “sistema” e a “conspiração”, as instituições democráticas são consideradas obstáculos que devem ser removidos, não têm nenhum valor em si mesmas.

5) Diz falar em nome do “povo”, mas isso significa tão somente os que o seguem fanaticamente nas redes sociais. Ao se pautar por redes sociais controladas e incentivadas por seus filhos e seguidores, robôs incluídos, além dos seus apoiadores que se aglomeram no Palácio do Alvorada, diz estar falando em nome do “povo”.

6) O desprezo pela ciência é outro dos seus pontos centrais, algo claro no combate à pandemia, não seguindo nenhum critério científico ou técnico. A ignorância sobre o que seja a ciência é total, não seguindo regras e critérios vigentes na comunidade científica, de validade internacional. 

7) Uso intensivo de fake news nas redes sociais, tornando a mentira e as acusações arbitrárias instrumentos políticos.

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EXTRAORDINÁRIO


Alfredo James Pacino, simplesmente, Al Pacino, no último sábado (25/4), completou 80 anos de idade.

Filho de ítalos-americanos, estreou na vida, em Nova York em 1940. Tinha dois anos quando os pais se separam. Foi com mãe morar com os avós Kate e James Gerardi, italianos vindos da Sicília, de uma cidade chamada Corleone. 

Embora nunca tenha se casado, Pacino é pai de três filhos. Julie Marie e os gêmeos, Anton e Olivia.

Difícil imaginar outro ator no papel de Michel Corleone, ou no papel de Frank Slade, em Perfume de Mulher. Ou ainda outro Tony Montana, em Scarface.

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