quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

OREMOS !


A Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de São José dos Campos foi notificada nesta quarta-feira (29), por um hospital particular da cidade, sobre um suposto caso de coronavírus em uma paciente de 51 anos, que está internada apresentando sintomas como febre, tosse, coriza, cefaleia (dor de cabeça) e fraqueza.

Por enquanto, o caso está sendo tratado como suspeito.

Ela apresentou os primeiros sintomas em 26/01 e seu estado geral no momento é estável.

A paciente relatou que o marido esteve em viagem à China, a trabalho, por 30 dias, em dezembro e que ele teria apresentado sintomas de gripe ao retornar ao Brasil. No momento o marido encontra-se em Itajubá, onde trabalha, sem apresentar sintomas de gripe.

Os coronavírus normalmente são transmitidos pelo ar, por meio de tosse ou espirro, contato pessoal próximo ou com objetos e superfícies contaminadas.

(G1 - Globo)

Viver é Perigoso

VOLUNTÁRIA DA PÁTRIA


O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves é um memorial cívico fúnebre para homenagear pessoas brasileiras que, de algum modo, serviram para a maturidade e engrandecimento da Nação Brasileira. Os nomes dos homenageados constam no "Livro de Aço", também chamado "Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria", o qual lhes confere o status de "herói nacional".

Estão inscritos no panteão, nomes como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, D.Pedro I, Duque de Caxias, Santos Dumont, Chico Mendes. Não são muitos.

Cinco mulheres são homenageadas. Anna Nery, Anita Garibaldi, Bárbara de Alencar, Zuzu Angel e Antonia Alves Feitosa, conhecida como Jovita.

Jovita, nasceu no Ceará em 1848. Aos 17 anos e morando no Piauí, alistou-se em 1865 no Exército Brasileiro como voluntária para combater na Guerra do Paraguai. Usou vestes masculinas e cortou o cabelo, tentando se passar por homem. 

Enganou os recrutadores, porém foi denunciada por uma mulher. Foi aceita auxiliar de enfermeira. O então presidente da Província do Piauí, Franklin Dória, a incluiu no Exército Nacional como segundo-sargento, embarcando para o Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro tornou-se uma figura notória, pois todos queriam conhecer a mulher que desejava ir à guerra. Jovita teve seu embarque para a guerra negado pelo Ministro do Exército, que julgou incompatível, por ser mulher, sua presença no campo de batalha.

Mesmo tendo sido recebida pelo Imperador Pedro II, não teve jeito.

Voltou para o Piauí e não foi bem recebida pela Família. Retornou ao Rio de Janeiro, onde segundo jornal da época, "arremessou-se no caminho da perdição e da amargura".

Manteve relações com o engenheiro inglês William Not, que prestava serviços na cidade. Terminado o seu contrato teve que partir de volta à sua pátria. Num domingo, deixou um bilhete de despedida para Jovita, que não sabendo o idioma, desconheceu a sua partida.

Dias depois, na quarta-feira, tomando conhecimento do fato, Jovina, então com apenas 19 anos de idade, tomou o barco por iniciativa própria. 

Seu corpo foi sepultado no Cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro.

Em 27 de março de 2017, em virtude da lei nº 13.423 de 2017, o nome de Jovita Alves Feitosa foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria.

Viver é Perigoso

RETROFIT

Deu no jornal:

O governador do Maranhão, Flávio Dino - PC do B, anda se mexendo para sair candidato a presidente da República em 2022.

Passou a ser considerado por toda a esquerda brasileira, inclusive pelo PT, que segundo rumores, tenta levá-lo para o partido.

Segundo os negociadores envolvidos, Dino está cada vez mais convencido de que a sigla PT tornou-se um estorvo no caminho da esquerda brasileira e precisa ser substituída por um nome novo. Seria desse "retrofit" do petismo que nasceria a tal "frente popular" sonhada pelo governador comunista.

Em tempo, "retrofit" em engenharia designa o processo de modernização de algum equipamento ultrapassado ou fora de norma.

A lista de "aõs" do PT ´sería uma bigorna para qualquer candidato do grupo com cobranças sobre o "mensalão", "petrolão" e "prisão".

Dureza.

Viver é Perigoso

DESFAÇA DO SEU ESTOQUE


Ken Rinaldo - Artista americano expõe sua obra Bordeless Bact/Colonialist Cash (“bactéria sem fronteiras/ dinheiro colonialista) no Laboratório de Arte de Berlim para mostrar ao público um mundo invisível e desconhecido: a vida no interior de um pedaço de papel que é manuseado diariamente.

Suas obras consistem em caixas transparentes enriquecidas com ágar (uma substância que solidifica os meios de cultura bacteriana), nas quais coabitam duas notas. Com o passar do tempo e dependendo das condições, aparecem manchas às vezes uniformes, outras vezes de cores e formas diferentes: o panorama microbiano, embora incompleto, cresce e se estabelece depois de várias semanas.

Esse objeto é, certamente, o que mais concentra bactérias, e também um veículo de transmissão. Elas podem viver vários dias, até mesmo semanas, fora do sistema biológico que as hospeda −como, por exemplo, a pele. Ao se instalar em uma nota, feita principalmente de algodão, o micro-organismo se adapta e encontra novos nutrientes que o ajudam a sobreviver.

Um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Genoma e Biologia de Sistemas da Universidade de Nova York e publicado em 2017 demonstrou que os dólares de um mesmo banco de Manhattan contêm 3.000 tipos de micróbios. Esse número faz sentido, já que o ser humano abriga 38 trilhões de bactérias. Há 100.000 colônias por mililitro de urina infectada e metade do peso das fezes é de bactérias.

Êpa !

Viver é Perigoso

DESCASO

Viver é Perigoso