quarta-feira, 11 de novembro de 2020

SEM ARTES NÃO HÁ EDUCAÇÃO



Você pode imaginar que as pirâmides de Gizé não existiam?

Que a Mona Lisa nunca foi pintada?

Que a Torre Eiffel não fez parte da Exposição Universal de Paris em 1889?

Poderíamos continuar ao infinito, com os milhares, milhões de obras que fazem parte do nosso imaginário e nos constituem como sociedade, e que, por um momento, não existiram.

Inimaginável, certo?

Bem, algo assim aconteceria em um mundo onde as artes não fossem importantes, onde nossas construções visuais e estéticas não fizessem parte do que nos representa como sociedade.

Essas obras (todas, na verdade) são as manifestações visuais de tempos que vivemos como seres humanos e é assim que nos expressamos artisticamente ao longo da história.

Também sabemos como é perigoso não saber como éramos antes para entender como somos agora e quem seremos no futuro.

Se um país propõe um modelo educacional baseado na inexistência das artes, está condenando que a juventude seja, amanhã, uma massa de adultos acríticos; “Todas as pessoas podem aprender a usar linguagens visuais e a criar imagens pessoais inteligentes, sedutoras, bonitas, críticas. A compreensão do simbólico e da estética exige o aprendizado da cultura e exige o ensino por meio de experiências específicas organizadas, eficazes e contrastadas”.

Hunffingtonpost

Viver é Perigoso

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