quarta-feira, 26 de agosto de 2020

SEM SURPRESA


Sinceramente, não se entende a razão do Paulo Guedes seguir( mais ou menos) na frente do Ministério da Fazenda. Empresário bem sucedido e, aparentemente sem nenhuma pretensão política.

Na certa, seu afastamento promoverá alegria e alívio nas proximidades do presidente Jair e claro, nas cúpulas do Senado e da Câmara.

O mercado financeiro se sentirá órfão.

O último compromisso de Bolsonaro (política econômica liberal) se desfaz.

Viver é Perigoso    

5 comentários:

Anônimo disse...

Ignorância, falta de respeito, despreparo a parte Bolsonaro, depois de passar 29 anos na Câmara acha que seus ministros são como os seus antigos assessores e aspones. Pode desautorizá-los, menosprezá-los, demiti-los a qualquer momento. É só ver o que já aconteceu. Bebiano, Santos Cruz, Moro, Mandetta, o conterrâneo Ricardo Galvão (Inpe) são exemplos.Uma Dilma piorada. Agora o Queiroz e família.....

Anônimo disse...

Completando "o posto Ipiranga virou loja de conveniência."

Anônimo disse...

Onde manda Capitão não manda marinheiro!

Anônimo disse...

incrível né
um inepto mandando pra cima de um especialista que fala e promete muito, mas um especialista que conhece !
tá certo que o chefe não precisa conhecer tudo.
mas convenhamos......

Anônimo disse...

Caramba, cada um monta a equipe e desmonta e monta e desmonta quando quer, e dai? Quem pode pode quem não pode sacode, ah, va catar coquinhos, q coisa chata heim, caramba.