sexta-feira, 10 de julho de 2020

FALOU E DISSE:


A vida, o vírus e a política

"Não se comemora doença de ninguém, por pior que possa ser seu desempenho público. Não se torce pelo falecimento de ninguém, por mais deletéria que seja sua conduta. São princípios básicos de civilidade e de respeito à dignidade humana, que não precisariam ser lembrados. São pressupostos mínimos da vida em sociedade, sobre os quais não deve haver nenhuma dúvida...
Por mais que causem repugnância, as atitudes de Jair Bolsonaro em relação à vida, ao vírus e à política não autorizam outra expectativa que o imediato restabelecimento da saúde do presidente da República. 
Fazer oposição política não inclui adotar as atitudes do adversário. 
Se o bolsonarismo manifesta, com estonteante clareza, seus antivalores, a reação contrária não pode ser mero sinal invertido. Não se combate autoritarismo com desumanidade.
Num país civilizado, não se enfrenta barbárie pregando a barbárie."

Opinião - O Estado de São Paulo

Blog: A última coisa que se poderia dizer é que o jornal "Estadão" tem um viés de esquerda. 

Viver é Perigoso

8 comentários:

Anônimo disse...

A GRANDE VERDADE: “Antes a mídia relatava os fatos e a partir daí a gente tirava as nossas conclusões. Hoje a mídia relata as conclusões e a gente que se vire para saber se os fatos são esses mesmos. “ É A VIDA CAMARADA! Tudou mudou! E como diz juca Chaves, pagando ate q publicam..., "tamus ferrados mermo"

Anônimo disse...

"A imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”. Juca Chaves

Edson Riera disse...

Tamus ferrados -

Mais ou menos assim. Hoje, quem se interessa pelos fatos, consegue, através de muitas fontes, além das tradicionais, observá-los e por si próprio tirar as conclusões.

É a vida...

Zelador

Anônimo disse...

Alias e o 9 de JULHO? Revolução constitucionalista? Onde anda os Paulistas hoje?

Anônimo disse...

https://youtu.be/FdfKSEVE0pk Interessante comentario do Alexandte 🖕

Anônimo disse...

Após a divulgação da contaminação do presidente, foi publicado um artigo do colunista Hélio Schwartsman na Folha em que falava da possível morte do mandatário dentro da tese consequêncialista cuja definição é "de que um agente é responsável tanto pelas consequências intencionais de um ato, como pelas não intencionais quando previstas e não evitadas." Entendi o que ele quis dizer mas para muitos pegou mal.Apesar de em nota na mesma edição o jornal tenha desejado saúde e recuperação ao presidente. Os fieis seguidores aproveitaram do fato para atacar a imprensa.observador de cena

Edson Riera disse...

Revolução de 32

Ontem se falou tão bem da Revolução Constitucionalista de 32. Foi extraordinária a participação do jornal O Estado de São Paulo em defesa da Constituição. Foi censurado, e teve seu dirigente máximo Júlio de Mesquita Filho preso e exilado (Theodomiro Santiago foi junto).

O jornal, sempre foi considerado conservador e de direita. Mesmo assim, cumprindo a sua missão jornalística, sofreu dura perseguição, depois de pouco tempo, na ditadura iniciada em 64. Criou-se a publicação de receitas e poemas de Camões no lugar de reportagens e artigos censurados.

É a vida. Hoje, até de comunista é chamado.

Zelador

Anônimo disse...

Parece q a imprensa anda mudada me$mo, é a vida, as vezes é melhor colocar óculos para "observar" os detalhes