terça-feira, 2 de junho de 2020

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO


A primeira Carmen que conheci foi a minha tia, irmã da minha mãe. Foi a primeira perda definitiva que me lembro. Tia Carmen tomou o barco muito moça, deixando quatro crianças que foram criados pela sua irmã mais velha, Tia Guiomar. Marcou.

Claro que me lembro bem da Carmen Miranda. A portuguesa mais brasileira que existiu. Lembro-me bem da comoção nacional que aconteceu quando do seu falecimento aos 46 anos de idade. Eu já tinha quase oito.

Lembro-me da Carmen, uma moça bonita que vivia lá pelas bandas do mercado.

Hoje conheço e admiro a Dra. Carmen Chiaradia.

O nome Carmen sempre me impressionou. 

Há séculos, tanto ler e ouvir falar da ópera Carmen, talvez a mais popular de todos os tempos, do compositor francês Georges Bizet (estreou em Paris em 1875) - que canta e conta a vida de Carmen, cigana e mulher fatal (imagino que todos já conhecem o final), passei a procurar o romance original escrito pelo francês Prosper Mérimée em 1845.

Ganhei no Natal de 2016, da Rachel Riera, o livro Carmen - com 18 contos do Prosper Mérimée. Carmen é um dos 18 e de enorme intensidade, apesar de tomar tão somente 49 páginas de um livro de 536. Importante: a tradução do livro foi feita nada mais e nada menos, do que pelo Mario Quintana. (editora clássicos Zahar) . Uma boa releitura de quarentena.

Em tempo, Mérimée viveu de 1803 a 1870. 

Viver é Perigoso

3 comentários:

Anônimo disse...

https://www.google.com/amp/s/www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/12/carmen-sandiego-conheca-curiosidades-e-polemicas-dos-jogos-da-serie.amp

Outra Carmem.

Anônimo disse...

De família e coração espanhol, minha bisavó era Carmen, minha avó (que nos deixou em 2019, aos 94 anos) era Carmen e minha mãe é Carmen.
Não há como não amar!
Laissez Faire

Edson Riera disse...

Laissez Faire

Nome muito forte e inesquecível.

Que maravilha o Laissez Faire comentando.

Abraço,

Zelador