sábado, 20 de junho de 2020

CASO QUEIROZ


Em entrevista exclusiva à CNN, o advogado Frederik Wasseff disse que ele e o presidente Jair Bolsonaro são a mesma pessoa e é isso que motiva o que ele considera "ataques" contra a sua pessoa. 

"O que eu estou dizendo é: se surgirem quaisquer coisa em meu desfavor, é uma armação, é uma fraude, é uma farsa. Por que estão fazendo isso? Se fizerem, se fizerem, eu sei que estão fazendo isso pra tentar me incriminar, pra tentar aprontar uma pra mim, porque todos estão convictos hoje de que o Fred virou o alvo. Se bater no Fred atinge o presidente, eu e o presidente viramos uma pessoa só, então todos estão empenhados em atingir minha vida, em destruir minha vida, minha imagem, minha reputação. Mas vão cair do cavalo, que eu nunca fiz nada de errado na vida. Tá claro isso ? "

Sei lá. Que fazer entender que os adversários "plantaram" o  Queiroz num imóvel dele em Atibaia ?

Viver é Perigoso

2 comentários:

Anônimo disse...

Defensor do presidente Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro, Wassef nega que tenha abrigado Queiroz e que tenha mantido contatos com sua família."Nunca telefonei para Queiroz, nunca troquei mensagem com Queiroz nem com ninguém de sua família. Isso é uma armação para incriminar o presidente.Não sou o Anjo.Não é verdade que tenha passado um ano no meu escritório.”
Diria novamente parafraseando Roberto e Erasmo: Pega na mentira, pega na mentira. Corta o rabo dela, pisa em cima. Bate nela, pega na mentira.
O troféu de maior mentiroso sem dúvida é do Lula, tudo foram obras dos amigos, mas esse advogado e seu contratante....
Sobre a alegação do presidente que o querem destruir, atingir politicamente, essas desculpas não estão manjadas demais? Lembro de alguns que a pronunciaram Maluf, Renan, Lula, Aécio, Cabral....Tudo a mesma coisa. Voto perdido. Mais uma vez.

Anônimo disse...

Constatação:De quem já viu de tudo no Palácio do Planalto: Houve presidentes em cujos mandatos a crise entrava no palácio e saía menor: Michel Temer, Lula e Fernando Henrique Cardoso. Com a Dilma, ela entrava pequena e saia maior. Com o Bolsonaro ela não precisa nem entrar. Ele vai para o cercadinho do Alvorada e fabrica a encrenca. Élio Gaspari