quarta-feira, 29 de abril de 2020

SPOILER


Seguindo uma indicação do Dr. Aldo fui assistir a série "Isabel" no Amazon Prime. Desde os bons tempos das aulas de história, no Colégio de Itajubá, dadas pelo saudoso Prof. Júlio dos Santos, tinha uma boa impressão da Rainha Isabel de Castela. Isso devido ela ter bancado a viagem do genovês Cristovam Colombo, que culminou com a descoberta da América.

Isabel e o marido Fernando II, ficaram conhecidos como "os reis católicos".

Pouco tempo atrás, as autoridades espanholas abriram as portas para legalizar a situação dos descendentes dos judeus sefarditas, dispersos em 1492, após a assinatura pela Rainha Isabel, do Decreto de Alhambra, que ordenou a expulsão e/ou conversão forçada da população judaica de Castela e Aragão.

Ficou conhecida a mudança de sobrenomes usadas para escapar da perseguição. Segundo informações, Riera e Gonçalves, estão entre eles. 

Meio que sem paciência, assisti o primeiro capítulo (a série é boa) e fui buscar literatura a respeito. Li a história e me desinteressei pelo filme.

Minha atenção foi chamada ao comparar, inevitavelmente, a beleza da atriz do seriado (Isabel) e as pinturas existentes da rainha original. A diferença me pareceu enorme.

Mas, assistam. É interessante.

Viver é Perigoso

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