sexta-feira, 20 de março de 2020

DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Há séculos os brasileiros vêm pagando o governo federal absurdos de taxas e impostos. Os maiores, comprovadamente, do planeta. Algum retorno tem. Uma parcela enorme escorre pelos ralos dos privilegiados e claro, dos corruptos que até há pouco tempo infestavam a nação. Os bilhões do butim não foram devolvidos. Descansam em seguros e profundos cofres por esse mundo afora.

Com o incentivo federal, inicia-se, nesse momento de pânico e desgraça que assola o planeta, a aplicação da tortura final nos brasileiros. Desemprego, corte de salários.

Há tempos, sugerimos a leitura da "Desobediência Civil", do americano Henry David Thoreau.

"Não pretendo escrever uma ode a melancolia, e sim trombetear vigorosamente como um galo ao amanhecer, no alto de seu poleiro, quando menos para despertar meus vizinhos" - Thoreau

Esperava-se das autoridades, que face a pandemia e a perspectiva de debacle do sistema, orientasse  todas as empresas brasileiras sobre a possibilidade de colocar os seus funcionários de férias coletivas, mantendo tão somente o essencial necessário.

Agora, por nossa conta e levando em consideração o guru Thoreau.

Após os trinta dias de férias forçadas, em caso de redução da carga horária e a consequente diminuição proporcional do trabalho, o cidadão, de imediato, terá a proteção de quitar os seus compromissos nas mesmas condições. Colégio, aluguel, contas de luz, água, gás, tv a cabo, parcelas de financiamentos.

No caso de demissão, o pagamento de todas as suas contas serão suspensas, sendo vedada qualquer retaliação partindo de fornecedores dos serviços.

Atenção: Todas as medidas com validade até 31/12/2020, que poderão ser antecipadas com a comprovada normalização da situação.

Importante:  Os milhares de funcionários das Câmaras Legislativas, municipal e estadual, bem como de todo o Congresso Nacional, ainda os funcionários de todo o judiciário, a iniciar-se pelo Supremo, estarão sujeitos as mesmas regras. 
Os salários e verbas de gabinete de todos os políticos eleitos, em todo o território nacional serão suspensos.
Intocáveis, sob qualquer aspecto, os funcionários da segurança, da saúde e da educação, que terão seus direitos mantidos.

Conclusão: As compensações e os custos da aplicação das providenciadas, serão bancadas pelo Tesouro Nacional, através de compensação de impostos e mesmo, nos casos exigidos, de pagamentos diretos.

Resumidamente: O País depois dessa guerra se transformará numa Nação.

Viver é Perigoso    

3 comentários:

Anônimo disse...

Camarada!!! Inocência tem limites.
Você acha mesmo que os políticos, especialmente os da terrinha, que se profissionalizaram nisso e que têm cargos quase vitalícios vão mesmo oferecer uma parcela de sacrifício (parte mínima de seus salários ou coisa assim)devido a crise que se avizinha? kkk
Nesse momento, a única coisa que pensam, especialmente os da terrinha, é tirar proveito político da situação, basta olhar e ouvir os discursos, previamente ensaiados e com a voz embargada de emoção (sqn).
Diria mais, nem abrir mão "dos por fora" passa por, especialmente os da terrinha, suas cabeças.

Anônimo disse...

É camarada, 🖕 deste jeito e com estes pensamentos o Brasil ta mesmo ferrado, que volte o Lulala e o pt, e q o capim cresça...

Anônimo disse...

Se irão reduzir em 50% os salários inclusive dos assessores fica a pergunta: a rachadinha tambem terá desconto de 50%?