segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

ÊPA !


O Ministério da Educação determinou às universidades e institutos federais de todo o País que não paguem aos professores horas extras, adicional noturno e até aumento de salário por progressão na carreira - ou qualquer ato que resulte no aumento de despesas com servidores ativos e aposentados. Também ficam impedidas de substituir um docente que se afaste por motivos médicos, pois ele continua na folha de pagamentos como inativo.

Viver é Perigoso

3 comentários:

Anônimo disse...

Professor de uma federal fazendo horas extras??? Então proque tem tantas aulas com os substitutos?????

Anônimo disse...

O Min. Abraham Weintraub, através do ofício publicado em 04/02/2020, impõe a “regra de ouro” às universidades federais, a mesma regra que rege a equipe econômica e o Poder Executivo. As que tiverem ultrapassado a “regra de ouro” não podem outorgar hora extra, adicional noturno e progressões funcionais.

Vale salientar que o argumento da esquerda de que os salários dos professores serão afetados pelo Ofício de 04/02/2020 é incorreta. O orçamento do pagamento de todos os servidores públicos ativos e aposentados está atrelado à Secretaria do Planejamento (antigo Ministério do Planejamento). As contas das universidades são uma, a do Planejamento são outras! As atividades terceirizadas podem sim ser afetadas.

Outro ponto: As progressões funcionais de técnicos e professores são afetadas não porque o MEC cortou as progressões, mas porque as universidades ultrapassaram o limite de gastos previsto anualmente (dado pela “regra de ouro”). Assim, por serem órgãos deliberativos nas solicitações de progressões funcionais, as progressões podem ser momentaneamente pausadas, até as universidades recuperarem seus orçamentos.

O objetivo é fazer as universidades saírem do vermelho e equilibrarem suas contas.

Autor: Prof. Emanoel Barros (pelo facebook)

Anônimo disse...

É a petezada ta sofrendo