quarta-feira, 23 de outubro de 2019

DEFINIDO


Pela quantidade de aparecimento em fotos postadas na Rede Social,  até em pequenos eventos públicos e sempre sorrindo, o Christian Gonçalves foi escolhido pelo prefeito como candidato a sua sucessão.

A luta nos bastidores para ser vice do Christian  está sendo chamada de"guerra de foice no escuro". Participando, vereadores leais, secretários e alguns estranhos no ninho. Aquele que conseguir atrapalhar menos na campanha leva o caneco.

Registre-se que não será fácil para o sempre gentil Christian encarar uma campanha como situacionista. Já deve ter firmado o compromisso com o prefeito para, caso seja vencedor, cumprir um mandato só. Bem como, manter elementos chaves nos postos. Entenda-se, "chaves" para o prefeito.  

Duríssimo será defender em debates, conversas e comícios, como foi bom para o povo o fechamento do Pronto Socorro da Santa Casa. Como justificará o avanço no aterro do Ribeirão Piranguçu. Como seguir fechando vagas de empregos na cidade padrão dos últimos 7/8 anos. Como justificar a canalização de quase totalidade dos recursos públicos no parque municipal. Como garantir que todos os questionamentos feitos nesses oito anos pelos vereadores, ministério público e outras autoridades seguirão sem os normais esclarecimentos. Como carregar nas costas os vereadores dependentes que não reeleitos exigirão cargos públicos remunerados. Como justificar a paralisação das obras do aeroporto e do laboratório de alta-extra tensão.

´Para os que exigem mudanças, ficará difícil aceitar que o Christian não foi parceiro leal de tudo o que aconteceu.  

Para tecer loas ao cinema e ao teatro o tempo será muito.

Não vai ser fácil. O Bilaquinho vai ter que anunciar alguma coisa grande.

Viver é Perigoso

CANTINHO DA SALA


Depois de ficar fechado por uns tempos para expansão e reforma, reabriu na segunda-feira (21) para o público, o Museu de Arte de Moderna - MoMA, em Nova York.

Com a ampliação, que custou cerca de US$ 450 milhões, o MoMA poderá exibir cerca de 2.400 obras de seu acervo por ano.

Está no MoMA a obra prima de Tarsila do Amaral "A Lua", adquirido pelo museu em fevereiro deste ano por USS 20 milhões e até hoje o maior valor pago por obra de um artista brasileiro.

Lembrando: O quadro "A Lua" foi pintado pela Tarsila do Amaral em 1928 e exposto pela primeira vez, na segunda exposição individual da artista, no mesmo 1928 na Galeria Percier. Nos anos 50, o médico Milton Guper e sua mulher Fanny Feffer o compraram diretamente de Tarsila.

Em breve nos encontraremos lá.

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NOSSA ESCOLA


Assinatura do protocolo de intenção como parte da repactuação da parceria público-privada entre a Vale, Prefeitura e a universidade.

Para o reitor da Unifei, professor Dagoberto Almeida, a assinatura do protocolo representa um novo marco na história de Itabira. “O que estamos vivenciando hoje é uma nova fase do conhecimento e da pesquisa. As novas gerações irão se lembrar desse momento histórico que aqui agora está ocorrendo.”

Segundo ele, mesmo tendo a Unifei “expertise” na área de engenharia e tecnologia, isso não impede que cursos de outras áreas possam ser abertos, como o curso de medicina, cujo pedido de instalação em Itabira já foi protocolado no Ministério da Educação.

No Brasil e também em outras partes do mundo, existem universidades conhecidas como politécnicas, como é a nossa universidade, mas todo processo de evolução acaba se expandindo para outras áreas do conhecimento.

Em tempo: A instalação do campus da Unifei é tida como a principal estratégia para a diversificação econômica do município, o que inclui também o desenvolvimento de um parque científico e tecnológico, proposta que está atrasada em pelo menos dez anos.

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ENTREGANDO A RAPADURA


Nas últimas semanas, a Sociedade Mineira de Engenheiros (SME) debateu temas importantes para Minas e para o País. Um dos convidados foi o engenheiro Olavo Machado, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Disse o Sr, Olavo sobre o Laboratório de Itajubá:

O Laboratório de Inovação Itajubá estava viabilizado. Mas não foi para frente. 
Minas não deixou ele ficar aqui. 
Para onde ele vai? Não sei. A Unifei está lutando muito. 
Esse é um grande problema. Minas está perdendo investimentos. 
Os outros estados estão se preocupando mais que Minas com esse tipo de equipamento.

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ENQUANTO ISSO...


A Vale confirmou o repasse de R$ 100 milhões para mais uma fase de ampliação do campus de Itabira, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

O protocolo de intenção foi assinado entre a mineradora, a prefeitura e a instituição de ensino durante o primeiro dia do Fórum Itabira Sustentável – Educação e Inovação como caminho para a diversificação econômica, que vai até esta quarta-feira.

Os recursos garantirão a construção de três novos prédios da universidade, o que vai permitir ampliar a ofertas de cursos e, consequentemente, o número de alunos, induzindo o desenvolvimento tecnológico da região. De acordo com o prefeito, Ronaldo Magalhães, a expectativa é de que o projeto seja concluído em quatro anos.

Em comunicado à imprensa, a Vale completou que a iniciativa visa transformar o município em um polo de educação e inovação referência no Estado e que essa iniciativa contribuirá também para reduzir a dependência econômica do município com a mineração. 

O investimento nessas áreas é resultado de uma série de discussões e estudos do Grupo de Trabalho (GT), liderado pela Prefeitura de Itabira, para buscar alternativas de diversificação econômica.

Ainda conforme a mineradora, os valores serão repassados de forma gradual de acordo com cronograma de etapas que está sendo estruturado. O montante vai viabilizar a construção dos três prédios da Unifei, com salas de aula e laboratórios. 

Também foi assinado outro protocolo de intenção direcionado para o fomento dos programas de educação definidos pelo Hub de Educação e Tecnologia de Itabira. “A forma de implementação do recurso aos projetos educacionais está sendo discutida”, afirmou a empresa em nota.

Projeto – De acordo com estudos da própria Unifei, a ampliação da universidade, com a construção de três novos prédios, aumentaria a oferta de cursos duplicaria as vagas na graduação. O número de alunos saltaria de 2.250 para mais de 4 mil.

A expectativa é que em 2028 a universidade tenha 10 mil alunos, o que representaria um acréscimo de R$ 260 milhões anuais à economia da cidade. Atualmente, a Unifei possui 145 professores e 84 servidores técnico-administrativos distribuídos em nove cursos de graduação e cinco programas de pós-graduação.

Segundo a Vale, desde a implantação da Unifei em Itabira, a mineradora já destinou R$ 42 milhões para os laboratórios da instituição, buscando ainda fomentar programas e projetos relacionados à educação. 

Foram convênios assinados entre os anos de 2008 e 2012 para implantação dos laboratórios dos nove cursos de graduação em engenharia. A ampliação da parceria com Prefeitura e universidade vai aumentar a colaboração entre as partes e, consequentemente, a diversificação econômica do município.

Diário do Comércio

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