sábado, 6 de julho de 2019

UM REGISTRO PARA A HISTÓRIA


Mais cedo ou mais tarde, por questões legais, teriam que publicar o assunto. Absurdamente já foi decidido ditatorialmente pelo Executivo Municipal no início do ano.

Está lá no site da Prefeitura, com todas as pegadas identificadas:

ADITAMENTO - CONTRATO PMI E SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ITAJUBÁ

Fica suprimido do Quadro de Recursos Financeiros o incentivo por atendimento ao Pronto Socorro:
Incentivo referente ao mês de fevereiro/2019 - R$ 48.000,00
Incentivo a partir de março/2019 - R$ 160.000,00

Na tentativa de amainar o despropósito:

ADITAMENTO -  CONTRATO PMI E AISI (HOSPITAL)

Fica acrescido ao Quadro de Recursos Financeiros o incentivo por atendimento ao Pronto Socorro:
Junho de 2019 a maio de 2020 - R$ 61.500,00/mensal
A partir de junho de 2019 - R$ 180.000,00/mensal

Imagina-se, pelo publicado, que o total do incentivo por atendimento ao Pronto Socorro do Hospital (ex Hospital Escola) passe a ser R$ 241.500,00 (?).

Pedindo ajuda aos universitários: a ajuda ao pronto socorro do Hospital não era R$ 240 mil/mês ? o valor mensal anteriormente pago (R$ 160 mil) para a Santa Casa não seria destinado ao Hospital, totalizando R$ 400 mil/mês ?

Só queria entender.

Viver é Perigoso

ENQUANTO ISSO EM CURITIBA

Viver é Perigoso

ITAJUBÁ SEGUE COM A BOA E VELHA VALÔNIA


O Sr. Prefeito decidiu prorrogar (aditar) por mais 15 anos o contrato do município com a Valônia (transporte público). Nas proximidades do dia 8 de julho  de 2034 o assunto voltará a ser discutido.

Conclusões:

  • A atual administração municipal (dando as cartas desde o início de 2013) aprovou a decisão do ex-Prefeito Chico Marques  ao assinar em 2004 o contrato, pelo mesmo tempo de duração e com a mesma empresa. 


  • Fica comprovado que a ligação entre a administração municipal e empresas prestadoras de serviço se solidificam com o tempo. Compromissos e favores unem.


  • O risco de se promover uma nova licitação e "dar deserto" (não aparecer nenhum interessado) não seria pequeno. A nossa cidade não está com essa bola toda.


  • Provado que essa história de "audiência" pública" para debater casos de grande interesse popular é conversa para boi dormir. 


Quando menino, na Boa Vista, é claro, a empresa de ônibus da cidade era de propriedade do Sr. Max Herren (fui colega de curso primário do seu filho Alex Herren). Não tivesse o Sr. Max desinteressado (acredito eu) pelo negócio, estaria aí até hoje prestando serviço de transporte público no município. O Sr. Max e família moravam em uma chácara no final da Boa Vista.

E não se fala mais nisso.

Viver é Perigoso