quarta-feira, 5 de junho de 2019

SEGURANÇA

Viver é Perigoso

CUIDADO COM A MORINGA !



A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informou que não há avaliação e comprovação de segurança do uso da espécie em alimentos. Medida cautelar foi publicada no Diário Oficial de ontem, dia 4/6/2019, proibindo a fabricação, importação, distribuição, comercialização e propaganda de produtos que tenham moringa.

Em tempo e esclarecendo, nada a ver com a nossa tradicional moringa utilizada como reservatório doméstico de água potável. Trata-se da planta moringa oleifera. Na internet, empresas que comercializam a planta informam que ela é capaz de controlar níveis de colesterol e de açúcar no sangue e reduzir dores musculares. Sem evidências.

Viver é Perigoso

CARTA QUE NÃO RECEBI

Assessoria

Itajubá, 5 de junho de 2019

De: Angela Collares (facebook)

Ref:. Minha opinião sobre a audiência pública de ontem na câmara municipal:

Plateia lotada de cargos de confiança do prefeito. Secretários, diretores e outros, parecia que foram convocados para estarem lá. Alguns até com postura truculenta e debochada, quando alguém, que não era da sua patota se manifestava, se percebia ares incriminatórios e de escarnio. 
Notei nitidamente que a discussão não era, como deveria ser, sobre o plano diretor da cidade. E sim, mais uma vez, o aterramento da várzea que fica perto da Mahle e Helibras. O que se viu foi secretários e vereadores desesperados tentando convencer com argumentos falhos, fracos e até agressivos a necessidade de aterrar aquela várzea que tem histórico de propriedade obscuro, faz parte das investigações da Operação Soledade e é de particulares. 
Parabéns vereadores Santi, Marcelo Krauss Rezende, Jorjão, Cleber David e Ricardo Zambrana. Parabéns também ao Fernando Pinto da AENAI, ao sindicalista José Carlos e ao Dr. Gabriel, da Mahle. 
Mas quem roubou a cena, falou tudo o que todos os itajubense têm engasgado na garganta, sem rodeios e firulas, foi a ex vereadora e ex secretaria Leandra Machado.
Minhas conclusões - Se a população não pressionar, se vereadores da banda do prefeito na caírem na real e continuarem sob o jugo dos interesses pessoais do prefeito, aquela várzea será aterrada, e pouco a pouco aquelas empresas que sofrerão as consequências com alagamentos e enchentes, cada vez mais propícias, sairão de Itajuba. 
Agora fica uma pergunta:
Por que o prefeito priorizou lazer ao invés de investir em estrutura , construindo barracões para instalar as “inúmeras” empresas que procuram Itajuba para aqui ficarem? Há muita área desocupada e com estrutura para isso, inclusive com projeto para ser efetivado. Exemplo: Área próximo ao presídio, que pode abrigar 70 barracões para receber essas “inúmeras” empresas que nos procuram. E mais, pelo andar da carruagem , pelo desespero de final de mandato, o mandatário  fará de tudo para que isso aconteça. 
Acorda Itajuba!

Angela Collares

Viver é Perigoso

ENQUANTO ISSO...


Kejserens nye Klæder - A roupa nova do rei.

É um conto do dinamarquês Hans Chistian Andersen, e foi inicialmente publicado em 1837.

O conto de Andersen teria sido inspirado numa história encontrada no Libro de los ejemplos (1335). Uma coleção medieval espanhola de 55 contos morais de várias fontes como Esopo e outros autores clássicos e contos persas, compilados por Juan Manuel, Príncipe de Villena (1282–1348).

Este é um conto que trata da vaidade humana. Quanto maior a vaidade, mais tolos nos tornamos. E costumamos alimentar a vaidade uns dos outros. 

Era uma vez um rei muito vaidoso e que gostava de andar muito bem arranjado. Um dia, um alfaiate espertalhão deu-lhe o seguinte conselho:

- Majestade, é do meu conhecimento que apreciais andar sempre muito bem vestido, como ninguém; e bem o mereceis! Descobri um tecido muito belo e de tal qualidade que os tolos não são capazes de o ver. Com um manto assim Vossa Majestade poderá distinguir as pessoas inteligentes das pessoas tolas, parvas e estúpidas que não servirão para a vossa corte.

- Oh! Mas é uma descoberta espantosa! - respondeu o rei. - Traga-me já esse tecido e faça-me a roupa; quero ver as qualidades das pessoas que tenho ao meu serviço.
O alfaiate aldrabão tirou as medidas do rei e, daí a umas semanas, apresentou-se, dizendo:
- Aqui está o manto de Vossa Majestade.
O rei não via nada, mas como não queria passar por parvo, respondeu:
- Oh! Como é belo!

Então o alfaiate fez de conta que estava vestindo o manto no rei, com todos os gestos necessários e exclamações elogiosas:
- Vossa Majestade está tão elegante! Todos vos invejarão!

A notícia correu toda a cidade: o rei tinha um manto que só os inteligentes eram capazes de ver.
Um dia, o rei decidiu sair para se mostrar ao povo, desfilando pela cidade, com sua comitiva real acompanhando. 
Toda a gente fingia admirar a vestimenta, porque ninguém queria passar por estúpido, até que, a certa altura, uma criança, em toda a sua inocência, gritou:

- Olha, olha! O rei está nu!

Ninguém conseguiu segurar o riso. Todos gargalharam e só então o rei compreendeu que fora enganado. Envergonhado e arrependido da sua vaidade, correu a esconder-se no palácio. (Contos Atemporais)

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