sábado, 30 de março de 2019

SITUAÇÃO INSUSTENTÁVEL


Segundo dados divulgados, na manhã de ontem pelo IBGE),13,1 milhões de pessoas estão à procura de vaga no mercado de trabalho.

A taxa de desemprego subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro no Brasil. 

Quase 900 mil pessoas entraram neste grupo de desocupados.

Além disso, o IBGE mostra que falta emprego para 27,9 milhões, que é o maior número desde o início da série histórica, iniciada em 2012. Estas pessoas fazem parte da subutilização, cuja taxa está em 24,6% no trimestre encerrado em fevereiro.

Já ouvi uma das "otoridades" da terrinha tentar se desculpar sobre o deserto de empregos que assola a cidade nos últimos 6 anos:

 - Tá vendo ! não é só nóis não !

Claro que não. Aliás, a Administração tem contribuído e dado sua expressiva parcela de contribuição para engrossar os tristes índices divulgados pelo IBGE. 

O certo seria que os "assessores" declarassem na internet:

- Estamos felizes e orgulhosos. A nossa parte para para aumentar o número estamos fazendo. E mais, propiciamos aos nossos desempregados e subempregados, opções de distração jamais vistas. E para não se acostumarem com despreocupações, reduzimos as condições de atendimento médico, fechando o pronto-socorro da Santa Casa. 
Um pouco de preocupação mantém o cérebro atento. 

Viver é Perigoso
  

A HISTÓRIA SE REPETE


Acontece nas melhores famílias. O cabeça toma o barco e os negócios racham. No caso, o cabeça era o irmão mais velho, Octávio Frias Filho, que partiu, bem antes do combinado, em agosto do ano passado.

A irmã do meio, a jornalista Maria Cristina Frias, assumiu o comando da redação da Folha de São Paulo e vinha tocando. Esta semana, foi destituída do comando da redação da Folha de S.Paulo, sendo substituída pelo, também jornalista, Sérgio Dávila.



A jornalista ressalta que foi "abrupta e injustificadamente destituída de todas as suas funções no Grupo Folha" por ser contrária à reorganização e defender os interesses financeiros e independência da Folha da Manhã, razão social da Folha de S.Paulo.

Judicialmente, ela quer acesso aos livros de registros do Grupo Folha, dono do jornal. Em petição enviada à Justiça, ela diz ter tido sonegado seu direito de informações a respeito dos negócios da empresa de que é acionista.



Na petição, Maria Cristina diz que não tem acesso aos livros das empresas desde 2004, e só teve um dia para analisar um complicado plano de reestruturação promovido por Luiz. Para ela, esse plano vai prejudicar o jornal em detrimento do UOL e do PagSeguro, deixando o jornal deficitário.

Afirma, ainda, que a reorganização societária de seu irmão não atenderia aos interesses do grupo, já que teria como consequência o "abandono" da Folha da Manhã. Se aprovada, diz, a mudança colocaria em risco a saúde financeira da publicação "impondo novos e ainda mais profundos cortes de custos e de pessoal, sem qualquer perspectiva de retorno sobre o capital que investiu anos a fio na sua controlada Folhapar, proprietária da UOL e da PagSeguro".

Luiz Frias, seu irmão mais novo, e Fernanda Diamant, viúva de Otávio Frias Filho, que comandou o jornal até sua morte, em agosto 2018, têm os outros dois terços das ações ordinárias do Grupo Folha. Mas Luiz tem cerca de dois terços da Folhapar, que é dona do UOL e do PagSeguro. Controla, portanto, a maior parte das fontes de renda da empresa. 
A médica Maria Helena Camargo Toledo Piza, filha mais velha de Octavio, também tem ações da holding familiar.

Viver é Perigoso

FALOU E DISSE


"Para mim não existem acasos, coincidências ou o que se chama agora simultaneidade. A vida traça pontos e, quando percebemos, eles estão ligados."

Ignácio de Loyola Brandão

Viver é Perigoso

NÃO ESCAPA UM !

CONSPIRAÇÃO:

OAB, UNE, CNBB e centrais sindicais vão "DEFENDER O STF". Na semana que vem, esses satélites do PT vão publicar um manifesto condenando “ataques autoritários e truculentos contra o guardião da Constituição” e “discursos que pregam o ódio e a violência”, segundo a Folha de S. Paulo. O motivo é evidente: a petezada está preparando o terreno para a soltura de Lula. OAB, UNE, CNBB e centrais sindicais querem blindar o STF contra o resto da sociedade, que vai reagir furiosamente à manobra para tirar da cadeia o chefe da maior organização criminosa da história deste país. 

(O Antagonista)

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