sexta-feira, 15 de março de 2019

CANTINHO DA SALA

Elaine de kooning - 1973.
Viver é Perigoso

JÁ LÁ VÃO VINTE ANOS


Vejo no Facebook que hoje foi inaugurada uma nova planta da Cabelauto em Itajubá, que irá funcionar ao lado da fábrica existente, no prédio que pertenceu a Cabelte. Isso é bom.

O prédio da Cabelte (que encerrou as sua atividades por questão de mercado), por uma cláusula no contrato de doação da área negociada pela Prefeitura (Prefeito Chico), na época, ficou sendo de propriedade do município (área e benfeitorias). Na Administração Dr. Jorge Mouallen, tudo ficou legalizado.

No primeiro mandato da atual Administração, o Executivo trocou, com os proprietários da Cabelauto, o prédio pela construção do Teatro Municipal e o compromisso de expandir a produção. O que aconteceu hoje.

Na fotografia, a cerimônia de consolidação do investimento em Itajubá há vinte anos. Da esquerda para a direita:

Antonio Aureliano - Secretário de Obras de Minas Gerais (promoveu o aterro e infra-estrutura da área das fábricas), Governador Eduardo Azeredo, Prefeito Municipal Chico Marques, Maurício Campos, Secretário de Industria e Comércio de Minas Gerais, Edson Riera, Secretário Municipal de C&T, Custódio Mattos, do BDMG e Dr. Marco Antonio, do INDI.

O Dr. Custódio Mattos, foi deputado, prefeito de Juiz de Fora e atualmente é Secretário de Governo de Mina Gerais, Administração Zema.

É a vida que segue... 

Viver é Perigoso

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


Com cerca de 13 mil habitantes, o pequeno município de Jupi, no agreste de Pernambuco, é conhecido por sua economia predominantemente agrícola. Recentemente, porém, um pequeno salão de beleza na cidade entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU) pela sua aparente capacidade de fornecer programas de computador de última geração ao governo federal.

Uma força-tarefa do TCU, montada para vasculhar contratos suspeitos na área de Tecnologia da Informação (TI), descobriu que o endereço do pequeno negócio, em Jupí era citado em contratos milionários do governo associados à empresa Linkcon Internacional. 

Registrada no mesmo imóvel do salão, a Linkcon faturou, nos últimos quatro anos, cerca de R$ 73 milhões em contratos com os ministérios do Turismo, da Saúde, da Integração Nacional e da Defesa, além de repartições menores do governo.

O Globo

Viver é Perigoso