quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

A FUNDO PERDIDO


Líderes da maioria dos partidos fecharam acordo para garantir aumento dos recursos do Fundo Eleitoral.

BBC News Brasil - Fundo Eleitoral -  Como foi esse acordo?

Deputado Domingos Neto - A missão do relator é expressar, no relatório, a vontade da maioria. Os presidentes de partidos, os líderes de todos esses partidos, entenderam que era importante essa suplementação.

A eleição municipal é a eleição mais custosa, com o maior número de candidatos, candidatos a prefeito, a vereador… os partidos pediram que eu pudesse suplementar o Fundo Eleitoral. Dos R$ 2,5 bilhões que o governo tinha mandado. Eles pediram inclusive que fosse para R$ 4 (bilhões). 


Assinam encabeçando o Ofício endereçado ao Deputado Relator, Domingos Neto, o presidente do PP e seus lideres. Querem logo R$ 4 bilhões !

Não esqueçamos que o deputado da região, com base eleitoral forte em Itajubá, é do PP.  Seria interessante ele esclarecer o eleitorado da terrinha sobre a sua posição sobre o assunto.

Já o Senador Carlos Viana, do PSD, que também tem andado por estas bandas, votou pelos R$ 4 bilhões. 

Viver é Perigoso

PUXA-SACO INCONVENIENTE


Esse é um mala. Literalmente! Todo mundo, mesmo quem não frequenta os círculos da política ou do poder, já se encontrou com um assim, ou com vários. 

O puxa-saco inconveniente se caracteriza por invadir espaços, físicos e virtuais, para falar bem do seu chefe. 

Às vezes, durante uma reunião qualquer, alguém reclama da falta de respaldo das lideranças políticas para com o crescimento e desenvolvimento da cidade e região. Em momentos assim o mala entra no meio da conversa, mesmo sem ser chamado, e comenta que o seu chefe, o seu patrão, tem feito isso e feito aquilo outro diferente. 

Muitas vezes o puxa-saco é tão mala que, mesmo na rua, no espaço público, invade a conversa privada de duas pessoas que estão falando mal dos políticos para dizer que o chefe dele é diferente — ou, pelo menos, ele pensa que é diferente. 

E, do mesmo modo como invade espaços físicos, o puxa-saco inconveniente também invade espaços virtuais. É muito comum encontrar o mala fazendo enormes comentários no Facebook e outras redes sociais (aqueles textões que ninguém lê) para defender o seu chefe/patrão. 

Outra característica bastante comum desse tipo de puxa-saco é invadir festas e eventos privados usando como carteirada o fato de ser assessor (que belo nome para um puxa-saco) do político a quem serve, que é de fato quem foi convidado para a festa. Mais inconveniente, impossível!

David Ribeiro Jr

Viver é Perigoso

ALGUMA COISA ACONTECE


Êpa ! já lá vão sete dias sem aleivosias com limão.

Viver é Perigoso

MOMENTOS MÁGICOS



Viver é Perigoso

SOB A LUZ DE VELAS


"Administrar bem é saber definir prioridades."

Cidadão

Viver é Perigoso

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO


Muito bom de ler. Uma radiografia completa da Suprema Corte, desde o mensalão até o governo Bolsonaro. Escrito pelo jornalista Felipe Recondo, do site Jota (especializado em informações jurídicas) e pelo também jornalista e advogado, Luiz Weber, da Folha de São Paulo. Da Companhia da Letras, as 372 páginas vão num fôlego só.

Diz o livro em seu último parágrafo: " Criticar honestamente o Supremo é um esforço de quem quer preservar e aprimorar a instituição. Apontar seus problemas e vícios não tem por objetivo desprestigiar o tribunal."

Interessante tomar conhecimento como esses 11 senhores chegaram no STF. Apadrinhamentos e compromissos. Torna-se fácil constatar o quanto é politicamente direcionada as ações do Sr. Gilmar Mendes. Temido, odiado por quase todos os seus colegas ( e claro, pelos brasileiros).

A fraqueza técnica do Sr. Tóffoli, as incertezas da Sra.Cármen Lúcia e a arrogância cerrada do Sr. Marco Aurélio.

Segundo os autores, Onze é o número de ministros do Supremo, que atuam como "onze ilhas".

Conclusão: Pessoal e não dos autores: Podemos estar diante do pior STF da história.  

Ganhei o livro de presente de aniversário em setembro e agradeço a dica da Dra. Carmen Chiaradia que o levou para as leituras prioritárias.

Viver é Perigoso

AINDA NA LABUTA

Viver é Perigoso

POIS É...


Pequenos gestos, porém significativos. Há séculos, já adiantando uma tendência, deixaram de existir na Boa Vista, é claro, bancas de jornais e revistas. A busca digital prevaleceu.

Acontece, no entanto, que os dois jornais semanais da terrinha ainda tateiam na internet. Deve custar caro manter e os acontecimentos não justificam investimentos.

Ou nós comprávamos o jornal oposicionista O Sul de Minas na Padaria Morro Chic ou o situacionista Itajubá Notícias no Supermercado Alvorada.  

Ontem, surpreendentemente, vi exemplares do Itajubá Notícias na Padaria Morro Chic. Imagino as complicadas e extensas negociações que levaram a isso. 

Só falta encontrarmos o jornal O Sul de Minas à venda na rede de Supermercados Alvorada.

Imagino que essa operação será mais complicada.

Viver é Perigoso  

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

TENTATIVA DE ASSALTO


Com toda a possibilidade de ser bem sucedida. 

Segue a busca dos congressistas para "aliviar" os cofres públicos do montante de R$ 3,8 bilhões. Repetindo para os incrédulos: R$ 3,8 bilhões para gastos em campanhas eleitorais do ano que vem, quando teremos eleições municipais.

Sinceramente ? não deveriam ter acesso a um centavo. Quer ser candidato ? use recurso próprio, contribuição dos filiados partidários, ajuda dos amigos, façam rifas, coquetéis dançantes, etc.

Virem-se. Ah ! nos poupem de "santinhos" e do famigerado horário político.

Bah !  Fundo eleitoral

Viver é Perigoso  

RÉUNAM !

O notório Renan Calheiros, até que enfim, tornou-se réu da Lava Jato. Claro, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A acusação formal foi feita em 2017 pelo Sr. Janot.  O placar foi apertado na 2ª Turma. 3X2, sendo os dois votos perdedores, como já esperado, do Lewandowisk e Gilmar.

Viver é Perigoso

PUXA - SAQUISMO


"O país está grávido de encômios. Encômios e encomiastas. Panegiristas, filhos adotivos, aquiescentes, louvaminheiros. Em toda a parte se ama e agasalha, bendito é o fruto, se dão abonos, se tocam hinos, se magnifica, se apoteosa. Todos bajulam, salamalecam, fazem zumbaias, usam blandícias, deitam-se aos pés, bandem turíbulos, turiferários. E o poder rindo - que bom é o incenso ! me tragam loas, peixes e broas, teçam coroas, se alce, bravo, apoiado, bom prol lhes faça."

Millôr

O grande Millôr nos obrigando correr para o google. TIve que ir. Realmente, por estas bandas e principalmente em comentários na internet, o pessoal abriu a caixa de ferramentas. Puxa-saquismo saindo pelo ladrão. Seria ocasionado pelo final de um ano difícil ? Pelas músicas? Pela combinação das cores vermelha, branca e verde ? Ou seria pelas eleições de 2020 ?
Juízo pessoal.

Viver é Perigoso   

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

CANTINHO DA SALA

Max Ernst - Tree of Life(1928) - High Museum of Art - Atlanta.
Viver é Perigoso

CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA


Centenas de jornais impressos continuam saindo regularmente no Brasil, 50 deles com circulação auditada pelo Instituto de Verificação de Comunicação, o IVC. Mas o número de exemplares desabou tanto nos últimos cinco anos que a leitura não pode ser menos pessimista: a impressa de papel está pela hora da morte. Entre dezembro de 2014 e outubro deste ano, a circulação dos nove principais jornais brasileiros teve uma queda média de 50,7%.

A perda mais acentuada de circulação, entre os nove maiores jornais, foi registrada no Estado de Minas. O mais antigo veículo mineiro de imprensa está chegando ao final de 2019 com média de apenas 16,4 mil exemplares, uma tiragem irrisória para um estado com mais de 20 milhões de habitantes. No último mês de 2014, o “grande jornal dos mineiros” imprimia mais de 55 mil exemplares. O recuo em cinco anos foi de 71%.

Fatores culturais e econômicos explicam a morte anunciada dos jornais de papel. Os leitores migraram para a internet, inviabilizando o modelo de produção da imprensa tradicional. Hoje, o surpreendente não é a agonia e sim a sobrevivência dos grandes jornais brasileiros. Como eles ainda se mantêm em pé e continuam saindo, mesmo ralos e com poucos exemplares?

Eles resistem porque há grandes anunciantes que ainda não se adaptaram à comunicação digital e persistem na publicidade tradicional. É o caso de governos e instituições. 

(extraído - Novos Inconfidentes)

Viver é Perigoso

AÇOUGUE DO JUVENAL


Viver é Perigoso

domingo, 1 de dezembro de 2019

PATRULHA DA ESQUERDA


Entre 29 de julho e 2 de agosto do próximo ano será realizada a 18ª Feira Literária de Parati. Os patrulheiros de esquerda enrustidos nas redações de jornais e revistas e alguns até participantes de partidos políticos, estão em pânico. Não se conformam.

Afinal, para eles, o desastre se chama Elizabeth Bishop. A autora escolhida para ser homenageada (a primeira estrangeira) no evento.

Como sabem, Elizabeth Bishop, nascida em Worcester em 1911, foi uma autora americana considerada uma das mais importantes poetisas do século XX. Registrando que ela tomou o barco em 1979.

Vindo passear no Brasil em 1951, ficou por estas bandas até o início dos anos 70, quando retornou aos EUA.  No período teve uma longa relação amorosa com Lota de Macedo Soares, vivendo no Rio de Janeiro, Petrópolis e em Ouro Preto. 

Lembrando, Maria Carlota Costallat de Macedo Soares, simplesmente Lota Soares, foi uma arquiteta-paisagista e urbanista brasileira, uma das responsáveis pelo projeto do Parque do Flamengo, o maior aterro do mundo, localizado no Rio de Janeiro. Lota nasceu em Paris em 1910 e tomou o barco, por iniciativa própria em 1967.

Elizabeth chegou no País no último governo Vargas, documentou o suicídio do presidente, viu a ascensão de JK e a queda de Jango Goulart Endossava as opiniões udenistas da sua amiga Lota, paisagista e amiga de Carlos Lacerda. 

No pior dos pecados cometidos pela Elizabeth Bishop foi manifestar apoio a deposição do presidente João Goulart em 1964, chegando ao comentário, "revolução rápida e bonita".

Escreveu muito para a revista The New Yorker. Fazia muitas conferências, e durante uns poucos anos ensinou na Universidade de Washington, antes de se mudar para Harvard por sete anos. Ensinou ainda na New York University, antes de terminar seus dias de ensino no Massachusetts Institute of Technology.

Enquanto vivia no Brasil, em 1956, recebeu o Prêmio Pulitzer de Poesia. Receberia mais tarde o National Book Award e o prêmio National Book Critics Circle Award. Em 1976, foi a primeira mulher a receber o Prêmio Literário Internacional Neustadt.

A esquerda festiva é contra a indicação do nome da Elizabeth Bishop para ser homenageada.

É a vida...

Viver é Perigoso

PORQUE HOJE É DOMINGO



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OS INJUSTIÇADOS


Dilfenio Romero, de 66 anos, trabalhou quase 40 na empresa Canal de Isabel II (que abastece a região de Madri com água) e há 24 criou a Burrolândia, a Associação Amigos do Burro, no município de Três Cantos na Espanha.

Passeia por seus domínios rodeado de burros, cavalos, cabras, cães e outros animais, com uma bengala na mão. Aos domingos, os visitantes humanos, entre zurros, dão cenouras e alface aos asnos — mais de 50 exemplares de diversas raças presentes na Espanha. 

Por que os humanos usam burro como sinônimo de bobo ? É um mito : “Os burros são tremendamente inteligentes”

O burro é mais inteligente que o cavalo, e com folga. Se você tem sete cavalos e coloca um burro no grupo, na semana seguinte todos os cavalos seguem o burro. Quando não havia topógrafos nem engenheiros de estradas, mandavam um burro. Por onde ele passava, construíam a melhor estrada. São tremendamente inteligentes.

Viver é Perigoso 

ACREDITE SE QUISER


João Heleno, Roni, Gatinho, Fabiano, Zé Maria, Marreco, Sylvio Riera, Binha, Cesário, meninada do Sr. Guilherme Cardoso e o amigo conhecido ontem numa comemoração de aniversário, o Marcelo

Com o devido respeito e registrando a amizade que nos une. 

Outro dia alguém escreveu que botafoguense dá um excelente marido. Se ama, não abandona,é sempre fiel ao seu time, que há séculos anda despencando pela tabela, imaginem com a esposa.

Segundo Nelson Rodrigues, torcedor do Fluminenses, torcedor do Botafogo é diferente: 

" ... ele compra o seu ingresso como quem adquire o direito, que lhe é sagrado e inalienável, de sofrer. Eis a verdade: - ele não vai a campo ver futebol. O futebol é um detalhe secundário e, mesmo desprezível. Ele quer, acima de tudo, desgrenhar-se, esganiçar-se e rugir contra o técnico e contra os jogadores.
No dia que retirarem do torcedor alvinegro o inefável direito de sofrer e, sobretudo,o direito ainda mais inefável de descompor o seu técnico, ele ficará inconsolável, como um ser que perde, subitamente, a sua função e o seu destino.
Tudo na vida é uma questão de hábito. E o cidadão que padece todos os dias, acaba-se afeiçoando ao próprio martírio ou mais do que isso: - o martírio torna-se insubstituível como um vício funesto.
É o caso da torcida alvinegra sofre e já não pode viver de outra forma."

São numericamente poucos e todos tendo herdado a paixão do pai. 

Ontem aconteceu um fato digno de registro. Sentados confortavelmente numa sala, abastecidos de cerveja gelada e salgadinhos vindos do paraíso, estando em 5, a conversa, como não poderia deixar de ser, voltou-se para as inúmeras e recentes conquistas do Flamengo. 

Conversa vai e vem, resolvemos identificar o clube de preferência de cada um. Pasmem ! Sob o mesmo teto, da rodinha de 5, nada mais do que 3 eram botafoguenses. Fato inédito e digno de constar dos anais de recordes da terrinha.

É a vida promovendo surpresas.

Viver é Perigoso

O FATO É QUE...

Viver é Perigoso