quarta-feira, 27 de novembro de 2019

EFEITO INVERSO


Aconteceu no Ginásio (período escolar no período que ia da primeira até a quarta série). Era Jurássica. O Alex, aluno malandrão, inconformado com a nota de 4,5 obtida nos exames parciais de junho, pediu revisão de prova. Para não virar praxe, a diretoria da escola estabeleceu uma taxa de Cr$ 20,00, a ser pago pelo aluno insatisfeito.

No dia seguinte foi publicado no quadro de aviso o resultado do pedido. Os 4,5 desceu para 2,00. O professor justificou que cancelou algumas considerações concedidas pelo raciocínio e claro, à guisa de estímulo.

Hoje, em pedido de revisão apresentado ao TRF-4, em Porto Alegre, em seu primeiro voto, a nota, ou melhor, a pena, foi elevada de 12 anos e 11 mês, para 17 anos, 1 mês e 1 dia.

Resumindo, o risco que corre o pau, corre o machado.

Viver é Perigoso 

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro,

Em minha época de Carmo Cascardo(1a a 4a série) o sonho era fazer o ginasial(5a a 8a) no Carneiro Júnior(realizado com louvor), essa definição de ginásio antecede a minha (já antiga) existência.
Quanto a condenação, outro sonho realizado (pelo menos espero que sim).

Luciano