sexta-feira, 22 de novembro de 2019

DE NOVO LAVRAS


O MEC está destinando R$ 8,6 mi para usinas solares em escolas federais de Minas.

Serão beneficiados os Cefets de Araxá (Alto Paranaíba), Divinópolis (Centro-Oeste), Leopoldina (Zona da Mata), Timóteo (Vale do Aço), Varginha e Nepomuceno (Sul do estado), Curvelo (Região Central) e Contagem (Região Metropolitana de BH).

Aliar economia de gastos públicos à sustentabilidade, mas sem perder de vista a receita tão cobrada pelo Ministério da Educação (MEC) cuja base é a eficiência. Essa equação vai garantir a instituições federais de educação profissional e tecnológica verba de R$ 60 milhões para aquisição e instalação de 852 usinas fotovoltaicas. A expectativa é gerar economia de R$ 17,7 milhões anualmente em contas de energia elétrica. Em Minas Gerais, seis instituições vão receber o recurso e abocanhar R$ 8,6 milhões (14,4% do total).

O ministério acredita que a economia será revertida ao ensino, pesquisa e extensão dos campus. Somente em 2018, as instituições gastaram R$ 168 milhões com energia elétrica. 

A Universidade Federal de Lavras (Ufla), no Sul de Minas, é citada como exemplo.

É considerada modelo de gestão, figurando no primeiro lugar, entre as universidades, no Índice Integrado de Governança e Gestão Públicas (IGG), levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para medir a capacidade das instituições públicas federais de gerir seus bens. O MEC avisou que essa pontuação será determinante na repartição de verbas. Ela está instalando uma usina fotovoltaica e, somente o primeiro módulo vai responder por 15% de toda a energia da Ufla, diminuindo os gastos. Com o tempo, a ideia é não apenas suprir os recursos do câmpus, mas também vender energia para a Cemig.

Viver é Perigoso

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