quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O QUE ESSE PESSOAL FAZIA QUANDO NÃO ESTAVA ROUBANDO ?


Isso não surgiu de gravações de hackers e denuncias de inimigos. Veio direto de um deles. Um dos mais importantes na escala de poder dos governos petistas.

A delação do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma) aponta uma sucessão de ilícitos e propinas, que chegam a R$ 333,59 milhões, supostamente arrecadadas e repassadas por empresas, bancos e indústrias a políticos e partidos nos governos de Lula e Dilma Rousseff.

Ele fala em "organização criminosa" do partido e aponta situações relativas a um período de pelo menos 12 anos (2002-2014).

O ex-homem forte da economia nos governos petistas cita:

Grupo Odebrecht, AMBEV, Grupo Camargo Corrêa, Pão de Açúcar, Banco Safra, Casino, Instituto Lula, Grupo Pão de Açúcar, PAIC Participações, Votorantim, Aracruz, BTG Pactual, Grupo Parmalat, Itaú-Unibanco, Bradesco, Vale, Brasil Seguros, BNDES, Sadia-Perdigão, Qualicorp, Touchdown, OAS.

Ainda, menciona os ex-presidentes Lula e Dilma, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, os executivos Benjamin Steinbruch e Rubens Ommetto, o ex-governador de Minas Fernando Pimentel, o deputado Carlos Zarattini, a deputada Gleisi Hoffman, o ex-deputado João Paulo Lima e Silva, o ex-governador do Acre Tião Viana, o ex-senador Lindbergh Farias, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto.

Bando de ratazanas.

Viver é Perigoso

Um comentário:

Anônimo disse...

Sérgio Moro permite a interferência de Bolsonaro na PF, sob sua responsabilidade, para impedir a investigação dos supostos crimes e relações com a milícia da família Bolsonaro. Para que tipo de gente o Moro é herói?