terça-feira, 11 de junho de 2019

A SAGA DOS RIERA


O Sr. João Martinez Ripol casado com a Sra. Francisca Martinez Riera, nascidos em Barcelona, na Catalunha, vieram para o Brasil em 1895.
Vieram com os filhos Jayme e Josepha. O filho Mariano já havia tomado o barco para a viagem definitiva na Espanha.
Ainda no navio, durante a travessia do Atlântico, nasceu Elvira.
No Brasil, nasceram Francisca, José e Loreto. 
Jayme, o filho mais velho, chegou com nove anos e a família fez de tudo um pouco no caminho para o Sul de Minas.
Saíram pela região construindo casarões e igrejas. 
Na histórica fotografia, conseguida pela prima Sandra Silva:
Em pé e no centro, o Bisavô João Martinez Ripol.
No centro, sentada, a Bisavó Francisca Riera. 
Em pé à direita, olhando para a fotografia, o Vô Jayme Martins Riera (nascido na Catalunha em 1886)
Sentada na sua frente, a Vó Térça Tredicci Riera (nascida em Manciano-Itália em 1891)
Em pé à esquerda, olhando para a fotografia, o Senhor Antonio Tenório, casado com a Tia Josepha.
Tia Josepha está sentada com o seu filho bebê, Benedito.
O menino José, está de pé ao lado do Vô Jayme.
O menino de boina é o Tio Loreto.
A menina de pé ao lado da Vó Francisca é a Tia Francisca.
A mocinha de pé na extrema esquerda, olhando para a fotografia, é a Tia Elvira.
A família Riera chegou em Itajubá no início dos anos 30, depois de passar também por Cachoeira de Minas, Pouso Alegre, Carmo de Minas (Silvestre Ferraz).
De pedreiros/construtores, para padeiros, por influência da Vó Terça, italiana.

Viver é Perigoso

4 comentários:

Anônimo disse...

Como foram excelentes padeiros ( os conheci) devem ter sidos excelentes pedreiros. Parabéns. Família com história. observador da cena

Edson Riera disse...

Observador da cena

Convivi com o meu avô Jaime. Era um pedreiro/construtor como foi seu Pai, bisavô João Ripol. Construtores de casarões , dobrados e igrejas. Estamos juntando documentação para resgatar a história. Foram pobres,sérios e orgulhosos. Grato pela sua observação.
Zelador

Maria Paula Feichas disse...

Tenho parentes Tredicci (primos) aqui em Itajubá.
O avô deles era padeiro e um sobrinho desse avô tem padaria em Borda da Mata até hoje... (história contada pela minha titia querida, Suzana, casada com o 'Zé' Antônio Tredicci)

Edson Riera disse...

Maria Paula -

Vou lhe mandar uma mensagem com os nomes de nossa família. Imagino que o Zé Antonio citado seja o meu amigo e colega de turma de 1973 - que tomou prematuramente o barco. A família se desenvolveu entre Ouro Fino, Borda, Pouso Alegre e Cachoeira de Minas. Em Itajubá, o Tredicci virou "treze". Lembre do Bar do Zé Treze, pai do Fernando e do Zé Antonio.

A padaria de Borda da Mata é de um primo tratado por Zezinho e tem filial em Pouso Alegre.

Fico feliz em descobrir que somos parentes.

Abraço

Edson