terça-feira, 19 de março de 2019

ITAJUBÁ DE TODOS NÓS


Quando , em 1972, conheci um grupo de estudantes de Itajubá, acho que do João XXIII, na prainha de Caraguatatuba, liderados pelas professoras Dna. Olímpia Toledo e tia Nair Cunha da Silva, não podia imaginar que construiria minha vida nesta cidade. 

Minhas visitas , a convite da Rosana e da Benê, tinham como cicerone o finado Carlos Magno, eram Hot Dog Uai e Daefei, sempre animados.

O tempo passou e, em 1978 , estava eu, formando em Ciências Contábeis e , convidado por um professor, fui cuidar da documentação de criação da Helibrás no famoso X10 do CTA em São José dos Campos. 

Em 1979, já casado, fazia minhas primeiras visitas às obras no distrito Industrial, junto com o Sr Ayrton Rennó e a Fernanda Ferreira. No Início de 80, com mais uns 15 pioneiros chegamos para dar início a esse grande e inédito projeto de fabricação de helicópteros no Brasil.

Daí pra frente são 40 anos de convivência com pessoas maravilhosas, construindo minha família com a chegada dos filhos na nossa Santa Casa.

Nesses anos, como forma de agradecimento a essa construção da minha vida, não me furtei em colaborar com as mais diferentes Associações e Entidades da cidade, desde CDL e Lions, Country Club e Clube Itajubense, exposição agropecuária, Apae, Viva a Vida dentre muitas outras. 

Aqui fiz a minha vida, ou seja , faço parte de 1/4 da história da nossa cidade. Itajubá com inúmeros adjetivos como, "cidade fácil de ser amada", "centro do universo" dentre outros, tradução da origem do nome 

Como Ita Juba (pedra amarela ou pedra de ouro ) em tupi- guarani ou Ita Gyba ( água que cai sobre as pedras ) na língua dos Puris coroados. 

Poderíamos sintetizar numa linguagem quase que divina em:

ITAJUBÁ CIDADE QUE ACOLHE!

Obrigado, Itajubá! Feliz 200 anos!

Cleber David

Viver é Perigoso

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