segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

NÃO PARA ACREDITAR


Os prefeitos aprovaram em assembleia realizada hoje pela AMM - Associação Mineira dos Municípios, em decisão não unânime, o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval. 

A AMM pede a adesão de todas as prefeituras para pressionar o estado a colocar os repasses constitucionais em dia. Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

A rede municipal da educação só voltará às aulas no dia 11 de março.

Cada município decidirá se segue ou não o aprovado pela maioria dos associados da AMM.

Blog: Registrando, o calendário escolar da rede estadual de ensino  definido para 2019, definiu que o ano escolar terá início no dia 4 de fevereiro. Já o ano letivo, com o início das aulas a todos os estudantes, começará no dia 7 do mesmo mês. O calendário escolar em 2019 deve prever, no mínimo, 200 dias letivos e carga horária mínima de 800 horas para os anos iniciais do ensino fundamental e ensino médio noturno e 833 horas e 20 minutos para os anos finais do ensino fundamental e ensino médio diurno.De acordo com a Resolução da SEE, o ano letivo se encerrará no dia 13 de dezembro e o ano escolar no dia 18 do mesmo mês.
Vamos aguardar a decisão das autoridades da cidade. 

Viver é Perigoso

4 comentários:

Anônimo disse...

Quando os professores fazem greve os administradores públicos criticam e dizem que quem perde são os alunos. E agora? Os administradores fazem greve? No nosso caso seria muito ruim a educação fundamental a cargo do município caminhar junto com a saúde. Interessante a educação tem garantidos quase 25% de tudo que se arrecada e a saúde 15%.

Edson Riera disse...

Educação e Saúde -

Até melhorar, inevitavelmente, irá piorar e muito.

Zelador

Anônimo disse...

O ensino está ruim?
Compare um aluno da escola pública com de uma particular e você verá uma diferença absurda:
O aluno de escola pública que concluíu o 2º grau estudou 2 anos a menos que o da particular, por causa das greves anuais dos professores/funcionários das escolas, etc.

Você acha que uma criança vai estudar sozinha quando os professores fazem greve???

O pior é que as crianças e jovens associam a greve com férias, então quando forem adultos estão preparados psicológicamente a fazerem greve com alegria.

Se estudou menos logo irá ter problemas quando começar na faculdade, falta ritmo de estudo e a base de conhecimento, dai a avaliação ser tão ruim do nosso ensino.

Edson Riera disse...

Ensino -

A diferença é brutal, em que pese o esforço dos professores. Meus netos (6) têm o privilégio de estudarem em escolas particulares e, no dia a dia, vejo a qualidade do ensino. Estudei do 1º ano Primário até o 3º no Grupo Escolar. Do quarto ano até a quarta série do ginásio (como era chamado) foi no Colégio de Itajubá (particular). O três anos do curso científico foram no Colégio Estadual (2 anos no noturno) e foram excelentes. Proporcionaram condições de aprovação , de cara, no concorrido vestibular de engenharia. Quase toda a turma foi aprovada. O Colégio Major João Pereira e o João XXIII eram as melhores escolas da cidade.

Mudou quase tudo e para pior.

Para aqueles que não têm chance de uma preparação melhor, a vida se complica muito.

O governo federal tem declarado que irá envidar esforços no ensino base. Lógico que diminuirão recursos para as Universidade Federais, que terão que se virar.

Zelador