quinta-feira, 24 de maio de 2018

ESTAREMOS ATENTOS


Pelo Facebook, o André Gesualdi está comunicando o seu desligamento da Presidência da FIEMG Regional Sul. 

Mudanças que acontecem. Mas a saída do André Gesualdi da importante posição não deixa de ser desinteressante para a nossa cidade.

Há tempos, veladamente, temos registrado essa preocupação, uma vez que sua presença e forte atuação sempre foi uma garantia na defesa permanente da manutenção dos investimentos administrados pela Fiemg no município. 

Carente de confirmação, mas parece que o novo Presidente da Fiemg Regional Sul, será o Sr. Sebastião Rogério Teixeira, do Sindicato Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção Civil da Região dos Lagos Sul Mineiros – Sinduscon Lagos, de Varginha.

É a vida...

Viver é Perigoso

AQUI JAZZ !



Viver é Perigoso

GOVERNO, LITERALMENTE DE QUATRO !


Claro, diante da Confederação Nacional do Transporte. Mais uma vez transferiram a conta para o povo.

Viver é Perigoso

PARENTE DURO DE ROER

Viver é Perigoso


FOTOGRAFIA DO MOMENTO


Opiniões diferentes sempre existirão. Cada pessoa tem sua leitura particular acerca do mundo, e, certamente, as inúmeras estruturas sociais não funcionariam se todos compartilhassem da mesma percepção. Lembrando que hoje, felizmente, pode-se discutir sobre qualquer assunto com liberdade – publicamente e em qualquer plataforma, inclusive a das ruas. 

O grande problema é que, para além da discussão e dos diferentes pontos de vista, a mensagem que vem chegando ao interlocutor está cada vez mais carregada de ódio e intolerância, indo exatamente na contramão do diálogo. 

Vivemos tempos em que as divergências estão por dividir forças que deveriam se fundir a favor do bem comum, a favor do avanço coletivo. Porque, ainda que as convicções se distanciem, não deveriam, de forma alguma, fazer ruir as pontes que nos levam ao entendimento. 

Por discordarem de ideias e conceitos, as pessoas estão se tornando oponentes. Com a tecnologia, isso ficou ainda mais visível. Notoriamente, amigos e famílias estão se convertendo em inimigos. Discordar virou sinônimo de execrar. 

No ambiente político, a situação torna-se ainda mais grave na medida em que muitos parecem ter abandonado o diálogo e optado pela postura do “nós contra eles”. 

Entendemos que a discordância está na alma da atividade política, proporcionando o debate, a busca pelo caminho possível, o exercício da arte do convencimento e da capacidade de ceder para avançar. Quantas conquistas foram obtidas assim, tendo pontos de vista diversos como motor?

Já a polarização pura e simples, a vontade de vencer o outro em vez de buscar o melhor caminho, tem o efeito contrário. Paralisa, estagna, impede que processos importantes avancem e tira do foco o principal objetivo que deveríamos ter: cuidar dos interesses da população. Importantes questões de interesse público, por força de desentendimentos e rixas, acabam se arrastando e, muitas vezes, ficando sem solução.

Não é possível que deixemos de fazer a coisa certa, de lutar o bom combate para simplesmente engajar em uma briga de torcidas infértil e custosa para todos, especialmente para aqueles que nos escolheram como representantes. 

Quem se beneficia quando os lados não conversam? Ninguém. Considerar a opinião do outro não significa, absolutamente, desconsiderar suas próprias convicções. Ao contrário, pode fortalecê-las ou, ainda, complementar suas ideias sob um outro prisma. 

Este é o momento de parar, refletir e recuperar a democrática arte de avançar ao lado de quem discorda de nós. É um exercício que venho tentando fazer ao longo de minha trajetória e que se vê fundamental nos tempos atuais.

É tempo de perceber as diferenças como a possibilidade de construir um novo caminho (ou muitos) em vez de criar abismos. Conciliar para avançar coletivamente. E se a discordância aparentemente insuperável surgir, que tenhamos a tranquilidade para escutar, dialogar e buscar o nem sempre óbvio ponto comum para, com respeito e espírito democrático, tomar as decisões que beneficiarão quem realmente precisa.

Adalclever Lopes

Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Viver é Perigoso

COBRANDO RESPONSABILIDADES


Flávio Roscoe toma posse hoje como novo presidente da Fiemg. Roscoe falou, na última terça-feira, na reunião plenária da Associação Comercial e Empresarial de Minas.

Na avaliação do novo presidente da Fiemg, falta às entidades lideranças mais ativas, principalmente no que se refere ao campo político, ambiente que, nos últimos anos vem se deteriorando no Brasil. Segundo ele, é importante que federações, associações, sindicatos e demais instituições se unem para preencher os vazios deixados pelos "políticos profissionais".

Disse: - é preciso dialogar e conhecer as necessidades da sociedade. Estou aqui para convidá-los para este engajamento.

Blog: Recentemente, o ex-presidente da ACIEI, Remy Andrade, fez a mesma pregação e se envolveu pessoalmente na tentativa de alertar os empresários de Itajubá para a necessidade de assumir posições na comunidade.
Foi atacado e empreendeu um combate quase que sozinho. 
Os dirigentes empresariais esquecem ou disfarçam que não sabem que o País começa nos municípios.

Não descobriram ainda que questionar, discutir e participar são princípios básicos da cidadania.

Viver é Perigoso 

MOMENTOS MÁGICOS



Viver é Perigoso

TOMOU O BARCO


“Eu apalpo meu corpo, com minhas próprias mãos, e penso: Isto é o meu corpo! Ele não pode desaparecer! Isso não pode ser verdade!” O autor desta frase premonitória, Philip Roth, desapareceu na terça-feira, 22 de maio de 2018, num hospital de Nova York. Tinha 85 anos. Era, como muitos sabem, escritor; o maior escritor vivo dos Estados Unidos, até terça-feira passada, antes da hora final.

O livro onde deixou registrada aquela frase chama-se “O Animal Agonizante” (2001). É a história de uma moça que descobre estar com câncer, Consuela Castillo, namorada de seu professor (e narrador) David Kepesh: um velho de 65 anos apaixonado por uma garota de 24. Eis, então, o resumo de tudo, pelas lentes do amor: a ânsia por viver de um homem cheio de vida e receoso do fim, olhando para trás com um nó na garganta.

J.C. Guimarães

Viver é Perigoso

NOSSA ESCOLA - NOTA DE PESAR


Li hoje no site da nossa Escola, Unifei. Surpreso com a publicação. Concordando porém com todo o expresso. Aliás, bem oportuno. 

09 de maio de 2018

O caso do prédio que desabou no centro da cidade de São Paulo mostra que os verdadeiros invasores do patrimônio público são, de fato, não a massa de indigentes e desvalidos, mas o Estado, que, em todas as suas esferas, se esquiva de suas responsabilidades básicas e, por consequência, denigre a dignidade dos brasileiros mais desfavorecidos, pois que lhes são sistematicamente negadas as condições humanitárias mínimas de sobrevivência.

Graças ao atual modelo político vigente, parte significativa das legendas políticas das mais variadas tendências têm dado guarida a grupos que se alternam na prática da extorsão de nossas instituições e empresas públicas. Esse estado de coisas vai contra ao fato de que o Estado deveria ser, tão somente, o mantenedor das ações de cidadania por meio da educação e da saúde, assim como o executor de políticas sérias de segurança e justiça social.

O que se observa é, justamente, uma inversão desses valores constitucionais, com o Estado aliado à parte do partidos políticos e organizações variadas que, conjuntamente, nada mais são do que mercadores do sofrimento alheio. Situação abjeta quando observamos, por exemplo, segmentos privilegiados recebendo auxílio-moradia ao lado da omissão e do descaso na manutenção de verdadeiros depósitos de gente, nos guetos de muitas favelas e nos prédios abandonados. A trágica síntese de que o direito constitucional ao abrigo, à moradia é vilipendiado por aqueles que deveriam ser seus garantidores.

A queda do edifício do Largo do Paissandu é a “bola da vez”, e existem tantas outras que, daqui a pouco, cada uma delas vai ser obscurecida pela nova desgraça do momento.

O período eleitoral se aproxima e, mais uma vez, nossa instituição, assim como as demais, será obrigada a seguir regras de conduta sobre como deveremos nos conduzir nesse período. Pois fica aqui a reflexão de que talvez consigamos reduzir essa absurda insensatez coletiva que nos tem permitido substituir a razão pela emoção e pelo fanatismo se nos devotarmos à criteriosa seleção na escolha daqueles que nos governarão e legislarão.

Dagoberto Alves de Almeida

Reitor da Unifei

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OS VISITANTES

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