quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS !



"Vão para Porto Alegre com foice, com facão e com revólver? 

Vocês vão matar quem, cambada de cara de pau? 

Vocês precisam lavar essa cara suja de vocês.”

Senador Magno Malta

Viver é Perigoso

FOREVER YOUNG



Viver é Perigoso

VALENTES, PORÉM COM LOMBOS ALHEIOS



Zé Dirceu

A hora é de ação e não de palavras. O dia 24 de janeiro deve ser o dia da revolta, que se transforme em energia a fúria e revolta, a indignação e mesmo o ódio.

Gleisi Hoffmann

Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar.

Lindbergh Farias

A gente tem que ter uma outra esquerda, mais preparada para o enfrentamento, para as lutas de rua. Chega. Não é hora de uma esquerda frouxa, burocratizada, acomodada. Nós não vamos aceitar a condenação do presidente Lula.

Veremos.

Viver é Perigoso

MOÇA BONITA

Camila Cabello
Viver é Perigoso

CONTAGEM REGRESSIVA



(Oito dias para o início do ano, ou não)

Viver é Perigoso

JÁ NÃO É DE HOJE !

O Grande Cometa de 1882
No dia 19 de janeiro de 1882, portanto, completando amanhã, 126 anos, aconteceram na terrinha eleição de dois deputados à Assembléia Provincial. Receberam as maiores votações na cidade, o Dr. Silvestre Dias Ferraz Junior, médico em Cristina e Eugênio Simplício Sales, advogado em Paraisópolis.

É a vida...

Viver é Perigoso

TOMOU O BARCO


Quando a gente pensava que de febre amarela ninguém mais, com acesso a recursos médicos, tomaria o barco, o drama aconteceu hoje em Belo Horizonte.

Partiu definitivamente o músico e compositor Flávio Henrique Alves de Oliveira, de 49 anos, que também era presidente da Rede Minas e da Rádio Inconfidência. 

A informação foi confirmada pelo Hospital Mater Dei, por meio de uma nota, onde ele estava internado com febre amarela desde o dia 11 de janeiro. 

Viver é Perigoso

VINHAS DA IRA


"Receiem a hora em que o homem não queira sofrer mais e morrer por um ideal, pois que esta é a qualidade base da Humanidade, é o que a distingue entre todas as coisas do Universo."

John Steinbeck

Como todos sabem, é um ´livro do escritor norte-americano John Steinbeck, publicado em 1939. Ainda adolescente, na Boa Vista, é claro, consegui emprestado um exemplar e li com certa dificuldade. Mais adiante, já estudante universitário, comprei em exemplar que correu de mão em mão de amigos até desaparecer. Depois de formado, comprei outro.

O livro recebeu o National Book Award e o Pulitzer de ficção e foi mencionado quando John Steinbeck recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1962. Foi quando o li pela primeira vez.

Passado durante a grande depressão, o romance centra-se nos Joads, uma família pobre de rendeiros expulsos da sua quinta no Oklahoma pela seca, por dificuldades econômicas, por mudanças na atividade agrícola e pela execução de dívidas pelos bancos forçando o abandono pelos rendeiros do seu modo de vida. Devido à sua situação desesperada, os Joads foram embora para a Califórnia. Junto com milhares de outros, procuraram emprego, terra, dignidade e um futuro.

As Vinhas da Ira é com frequência lido nas aulas de literatura dos ensinos secundário e universitário norte-americanos devido ao seu contexto histórico.

Um célebre filme com o mesmo nome do livro, As Vinhas da Ira, com Henry Fonda no principal papel e dirigido por John Ford foi lançado em 1940.

Continua atual.

Viver é Perigoso