segunda-feira, 28 de maio de 2018

CALAMIDADE - O SURTO


Na reunião de hoje da Câmara Municipal, o independente Vereador Marcelo Krauss, teve a ousadia de propor uma providência esperada por 99% da população. Em requerimento verbal pediu que o Secretário de Governo fosse convidado (não convocado) para dar explicação sobre o estado de calamidade decretado pelo Prefeito.

Pânico calamitoso nas hostes governistas. Saíram em defesa do Executivo e consideraram quase uma ofensa, num momento desses, buscar informações sobre um decreto vindo do alto.

Não há meio de entenderem que a Câmara é constituída por representantes do povo

Seria cômico se não fosse trágico.

Viver é Perigoso  

7 comentários:

Anônimo disse...

Boa noite, Zelador nobre Eng. Edson Lula Riera.
Ai esta nosso edil, Marcelo Marques Krau, que tem por guru nosso grande Chico Gomes Marques.
Tenho a sensação que vcs vivem na Suiça e claro não são atingidos pelas dificuldades na terrinha, estado e no nosso grande Pais que vive uma bobagem de uma crise que se resolvera com 0,46 centavos de desconto no oleo diesel e autorização para os caminhoneiros passarem no pedagio com as rodas de seus caminhões no ar!
Simples assim e a vida segue a mil maravilhas...reclamar e sofre porque?
Precisamos é arrumar TRABALHO sabe, ganhar a vida sem trabalho é coisa para "MANDRAQUES"e parece que não ha vagas.
Eu hein....

Antonio Thomas disse...

parece coisa de criança mimada. EU QUERO E PRONTO

Edson Riera disse...

Thomas -

Mais ou menos isso.

Zelador

Luciano Ovidio de Oliveira disse...

Bateu uma dúvida, em Estado de Calamidade a zona azul não deveria ser suspensa... #sqn

Anônimo disse...

Itajubá, terra de "geração de renda" e "oportunidades" baseadas em decretos. Estamos de olho!

Edson Riera disse...

Luciano -

Penso que não. Aliás, trata-se de um estado de calamidade light. Bares cheios, música e pessoal caminhando pelas ruas.

Zelador

Edson Riera disse...

Estamos de olho -

Não dê ideias. Podem decretar que todos os itajubenses se sintam felizes, multando quem não confirmar. Terá, com certeza, aprovação da maioria da Câmara.

Zelador