segunda-feira, 9 de abril de 2018

FIDELIDADE PARTIDÁRIA


Uma leva de políticos (uns sessenta) aproveitou a chamada janela de transferência para mudar de partido político. Uma certeza: nenhum deles mudou de camiseta preocupado com os seus eleitores. Nas eleições deste ano dois interesses se destacam: fundo eleitoral e busca pelo foro privilegiado.

Logo teremos as caminhadas pelas ruas, sorrisos fixos, tapinhas nas costas, santinhos e foguetes.

Na terrinha, comenta-se que o recém afastado, a pedido, do secretariado, Christian Gonçalves, que também ocupa o cargo Vice-Prefeito, teria saltado fora do PR aboletando-se no DEM, para onde teria ido, como divulgado, o guru-mor da atual administração, Deputado Bilaquinho.

Lembrem-se: O atual DEM é o ex-ARENA, ex - PDS, ex - PFL.

Não será nada difícil aparecer na terrinha a dobradinha Bilac Federal / Christian Estadual.

É a vida...

Viver é Perigoso  

6 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Zé Lador,
Você sabe, "ele" sabe e nós sabemos. No mundo político e na terrinha também, é claro, se a questão fosse só a (in)fidelidade partidária, ainda assim seria normal.
Acontece que, de antemão, o prefeito já tem (por enquanto) 02 candidatos a deputado estadual; o vice Christian e o sargento Melo. Outros mais ainda poderão vislumbrar uma candidatura aventureira objetivando brilhar aos olhos do poderoso chefão, ou mesmo, motivados por ele.
Fato é, e é sempre bom lembrar, que a traição, como extensão da política, é coisa antiga, e a corrida rumo a disputa em 2020 para o cargo de prefeito também já começou. Nessa perspectiva, e da mesma forma como vai acontecer nestas eleições, são vários os pré candidatos do grupo do prefeito, número que facilmente poderá se apertar numa Kombi. Afinal, não duvidemos da capacidade do todo poderoso em colocar e tirar o pirulito da boca dos meninos. Nessa lotação se apertam os vereadores Zambrana, Melo, Molina, Joel, os secretários Teixerinha e Robson Vaz (sempre muito próximo do chefe) e ainda o vice Christian. Resta saber quem rifará o que e quem será rifado!
Tcham, tcham, tcham, tcham!!!

Edson Riera disse...

Tcham -

Apresentar-se como candidato a deputado para quê ? Alguns dos citados não conseguiram votos suficientes para se elegerem vereadores. Na certa, um ardil político para tentar "roubar" alguns votinhos de inimigos políticos com chances reais.

Talvez possa aparecer algum candidato a deputado federal, de terras distantes, e sem informações reais sobre a nossa micro-região, se aventurar e bancar uma dessas candidaturas na tentativa de pegar uns votinhos de rebarba.

Teremos uma eleição com gastos controlados (mais ou menos). Doação de empresas às claras, nem pensar. Melhor seria os vereadores que estiverem afim de colocar as caras na reta, acertar uma ajuda financeira com um candidato alienígena, montar uma equipezinha de 2 ou 3 cabos eleitorais, algum material de campanha e um chevette com cota de gasolina estipulada.
Já estaria de bom tamanho.

Fosse interessante, o próprio prefeito sairia candidato. Ele aspira sim, um convite para ser segundo suplente de senador em coligação com o seu pmdb. Prestígio suficiente em âmbito estadual ? talvez ainda não. Mas deve ter condições de ajudar a bancar a campanha, sem dúvida.

Veremos.

Zé lador

Anônimo disse...

Nobre Zelador!
Fico pensando aqui... o vice que se cuide! Faz parte do show de RR... sempre muita espuma no copo de champanhe, mas com a quantidade de bajuladores o vice pode nadar, nadar e morrer na praia...

Edson Riera disse...

Praia -

Esse folhetim não contém surpresas.

Zelador

Anônimo disse...

O Vice já não foi candidato a estadual na eleição passada? Se não me engano 3.000 votos.

Edson Riera disse...

3.000 votos -

Importante para o político profissional é manter o por ocasião das campanhas eleitorais. Ainda mais, quando não significar custos e não obrigar a afastamento do cargo.

Vão assim buscando fixar o nome na memória dos eleitores.

Outros são candidatos enviados para a disputa, também com salário garantido, para atacar, logicamente sob ordem superior, os adversários. São como robôs ou melhor, zumbis políticos, com vida pública limitada. Nunca conseguirão o respeito da população.

Zelador