sábado, 6 de janeiro de 2018

TOMOU O BARCO


O jornalista e escritor Carlos Heitor Cony tomou o barco ontem, aos 91 anos, no Rio de Janeiro. Imortal da ABI, desde 2000, onde ocupava a cadeira 3. 

Publicou 17 romances, mas sua obra também se divide em contos, crônicas, ensaios e peças de teatro. A estreia na literatura aconteceu com “O Ventre”, de 1958, seguido de “A Verdade de Cada Dia” e “Tijolo de Segurança”. Também foi o autor de “Quase Memória”, que vendeu mais de 400 mil cópias, e “O Piano e a Orquestra”, obras que renderam a ele o Prêmio Jabuti.

Cony iniciou sua vida profissional como jornalista, função que nunca abandonou. Em 1952, entrou para o Jornal do Brasil e mais tarde foi redator do Correio da Manhã. Foi preso diversas vezes durante a ditadura militar e chegou a refugiar-se na Europa e em Cuba. 

Publicado no Blog em 30 de março de 2014 

"Sou e continuo a ser um pessimista em relação a todos os governos. O otimista é apenas um mal informado."

Carlos Heitor Cony

Viver é Perigoso

Um comentário:

Anônimo disse...

"O macaco melhorou ou foi o homem que piorou?"
Carlos Heitor Cony
Pois é...... observador contumaz