sábado, 13 de janeiro de 2018

EM BUSCA DE ANITTA

Trecho do escrito  pelo Ruy Castro na Folha de São Paulo de hoje, sobre o sucesso da cantora Anitta:

"...Não me leve a mal, nem me ache esnobe. Hoje em dia é possível a uma pessoa passar incólume por um fenômeno musical. Pelo menos, a uma pessoa como eu —não frequento redes sociais, vejo pouca TV e só escuto rádios de notícias. Como fico longe da praia em dia de show e não há mais lojas de discos tocando os sucessos do momento, não tenho como ficar ao alcance do que acaba de sair.

No passado era pior ainda. Só fiquei sabendo da existência dos Mamonas Assassinas, por exemplo, quando houve a tragédia com o avião deles. Estava também há 20 anos sem ouvir a voz de Roberto Carlos em qualquer mídia quando esse providencial jejum foi quebrado por um comercial de bifes em que ele aparecia. E juro que, até hoje, ainda não tive a felicidade de escutar "Despacito".

Ah, sim, Anitta. Pois, finalmente, ouvi "Vai Malandra" —e gostei. Mais dela do que da música. Espero estar mais ligado quando ela gravar seu segundo disco."

Blog: Aproveitei e também fui conhecer a Anitta, de quem tenho visto falar. Musicalidade abundante, sem dúvida. Quanto aos Mamomas Assassinas, eu ouvia e achava muito legal. O Roberto Carlos não ouço há anos. Desde muito antes do Friboi. Não me perguntem sobre sertanejos universitários.

Viver é Perigoso

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